Terroristas do Hamas já usaram mais de 17.000 crianças em ataques contra Israel

Os dados são do Instituto de Justiça de Jerusalém, que está exigindo um processo contra o líder do grupo terrorista.

fonte: Guiame, com informações do Christian Headlines

Atualizado: Segunda-feira, 17 Setembro de 2018 as 10:30

Durante os ataques, as crianças são usadas pelos terroristas palestinos como escudos humanos e alvos militares. (Foto: Israel Resource Review)
Durante os ataques, as crianças são usadas pelos terroristas palestinos como escudos humanos e alvos militares. (Foto: Israel Resource Review)

Segundo o Instituto de Justiça de Jerusalém (JIJ ), o Hamas já usou mais de 17.000 crianças para ajudá-los em ataques terroristas e esforços de guerra desde 2016. A JIJ enviou à Corte Criminal Internacional (ICC) em Hague, na Holanda, um pedido exigindo um processo contra o líder da organização terrorista, Ismail Haniyeh.

No pedido, a JIJ cita depoimentos ilustrando dois principais crimes de guerra cometidos por Haniyeh, de acordo com o site israelense Arutz Sheva. O líder palestino está sendo acusado de usar crianças menores de 15 anos para fins militares, usadas como soldados e escudos humanos nos ataques terroristas.

Em maio, o vice-ministro da Defesa israelense, o rabino Eli Ben Dahan, criticou os distúrbios violentos ao longo da fronteira entre Israel e Gaza. "Agradeço aos soldados e comandantes das IDF por suas ações determinadas perto da fronteira de Gaza, mandando as crianças para a cerca da fronteira, enquanto seus líderes sentam em seus confortáveis ​​escritórios. O IDF é o exército mais moral do mundo e trabalha duro para evitar causar mortes", disse ao Arutz Sheva.

Tortura e assassinatos ilegais

Juntamente com o uso violento de crianças na guerra, Haniyeh também está sendo acusado de orquestrar uso em larga escala de tortura e assassinatos ilegais. Esses atos foram realizados pelas forças de segurança interna do Hamas em Gaza.

De acordo com Arutz Sheva, o advogado Uri Morad disse que os depoimentos que foram apresentados no pedido receberam elogios do departamento de informações e representantes de pesquisa da ICC.

"Todo o processo foi muito eficiente e organizado, e sentimos que tínhamos a confiança daqueles que recebiam o pedido", disse ele. "Acredito que este processo, que o Instituto de Jerusalém apresentou para a Justiça, será tratado de forma justa e sem preconceitos".

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