Muçulmana coloca veneno de rato na comida do marido após ele se converter ao cristianismo

O ex-professor islâmico Hiire Sadiki deixou o islã e aceitou a Jesus ao ser evangelizado por um pastor.

Fonte: Guiame, com informações do The Christian Post Atualizado: terça-feira, 12 de abril de 2022 17:49
O ex-professor islâmico Hiire Sadiki no hospital. (Foto: Morning Star News).
O ex-professor islâmico Hiire Sadiki no hospital. (Foto: Morning Star News).

Uma mulher muçulmana em Uganda colocou veneno de rato na comida do próprio marido, após ele deixar o islã e se converter ao cristianismo. 

De acordo com o Morning Star News, Hiire Sadiki, um ex-professor islâmico, sobreviveu a atentativa de homício e está se recperando em um hospital no distrito de Butaleja. Hiire foi envenenado no dia 2 de abril por se recusar a cumprir os rituais islâmicos do Ramadã e sua esposa o flagrar orando em nome de Jesus. 

“Ela me questionou por causa do modo de minha oração. Eu disse a ela que acreditava em [Jesus]”, contou ele no leito do hospital.

O ex-muçulmano disse que se converteu a Cristo recentemente, no final de março, depois de vários meses de conversas com um pastor. Após comer a comida envenenada, Hiire sofreu convulsões e vômitos.

O homem, de 56 anos, foi socorrido pelo pastor que o evangelizou. “Quando chegamos ao hospital, sua condição piorou. Ele começou a ter diarreia com sangue, náuseas, vômitos e fortes dores abdominais”, afirmou o líder.

O pastor relatou que ligou para a esposa de Hiire para saber o que tinha acontecido. A muçulmana não mostrou arrependimento, insultou o líder e disse que estava deixando o marido devido a sua nova fé.

“Quando comecei a perguntar sobre Hiire e me apresentar, ela ficou muito irritada e começou a me insultar por converter seu marido. Ela disse que o estava deixando e voltando para seu povo, que seu marido merecia a morte por abandonar o Islã e que ela não queria se relacionar com um infiel”, disse o pastor.

A esposa foi embora de casa na vila de Nawanjofu, com seus três filhos, de 6 a 16 anos, de acordo com o líder.

Perseguição violenta em Uganda

A tentativa de homicídio é mais um caso de perseguição extrema a cristãos em Uganda. Apesar da Constituição do país garantir a liberdade religiosa e os muçulmanos representarem apenas 12% da população, há muitos casos de violência contra os cristãos e de assassinatos.

“A influência do Islã radical tem crescido constantemente, e muitos cristãos nas regiões fronteiriças de maioria muçulmana estão enfrentando severa perseguição, especialmente aqueles que se convertem do Islã”, explicou um informativo da Voz dos Mártires, organização que monitora a perseguição no mundo.

E concluiu: “Apesar dos riscos, as igrejas evangélicas em Uganda responderam alcançando seus vizinhos; muitas estão treinando líderes para compartilhar o Evangelho com os muçulmanos e cuidar daqueles que são perseguidos depois de se tornarem cristãos”.



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