
O regime ditatorial do presidente Emomali Rakhmon, no Tajiquistão, ordenou que as atividades do segundo maior partido político do país fossem encerradas.
A informação é da rádio Europa Livre. Relatórios da Portas Abertas indicam que "o Partido do Renascimento Islâmico do Tajiquistão desempenhou um papel proeminente na guerra civil tadjique, no período compreendido entre 1992 a 1997 e depois de assinar um acordo de paz com o regime do presidente Rakhmon, recebeu 30% dos assentos governamentais em todos os níveis".
Esse foi o único partido político que teve base religiosa na Ásia Central, de acordo com analistas, mas que agora estão proibidos de agir.
Além disso, os movimentos dos extremistas do Uzbequistão, que se declaram parte do Estado Islâmico, visam atingir o presidente Rakhmon. O problema é que acredita-se que ele pode se tornar vítima da própria política, fato que preocupa os cristãos, por serem o principal alvo dos radicais que atacam o país.
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