
Durante uma ação evangelística em uma prisão feminina nos Estados Unidos, uma detenta emocionou a todos ao se render a Jesus e decidir ser batizada.
O culto foi promovido pelo ministério prisional God Behind Bars. No pátio da prisão, a evangelista Jennie Allen, conhecida por levar multidões a Jesus no país, ministrou a Palavra de Deus para as mulheres.
Na ocasião, muitas foram tocadas pelo Espírito Santo e decidiram se entregar a Jesus. Porém, uma delas se destacou:
“Esta detenta está na prisão há 17 anos. Durante toda a vida ela nunca se sentiu digna, até agora. Jesus acabou de salvar sua vida”, disse Jennie no Instagram.
E continuou: “Ela não é esquecida. Ela não é definida pelo seu passado. Por causa de Jesus, ela é digna. Por causa de Jesus, ela é livre”.
Antes do batismo, a evangelista perguntou à mulher: “O que você quer deixar para trás?”.
E ela respondeu: “Toda a tristeza que eu tinha antes. Quero ser totalmente digna”.
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“Você é digna por causa de Jesus. Mulher, você tem fogo no coração”, acrescentou Jennie.
Em seguida, ela desceu às águas em uma banheira improvisada no pátio da prisão, testemunhando a todos sua nova vida em Cristo. O batismo emocionou as detentas no local, que glorificaram a Deus pela conversão da colega.
God Behind Bars
Desde 2009, God Behind Bars tem feito parcerias com igrejas americanas para transformar a vida de presidiários e suas famílias. Até o momento, mais de 1 milhão de presos já foram alcançados com o Evangelho através do ministério.
Segundo eles, a maioria dos presos — cerca de 92% — será libertada de volta à sociedade em algum momento, e 75% retornarão à prisão dentro de três anos.
“Tratamos esse problema com uma abordagem única de três etapas que se concentra nas necessidades físicas, espirituais e relacionais dos presos e suas famílias. Ao convidar Deus para a prisão e mostrar Seu amor de maneiras tangíveis, God Behind Bars está restaurando vidas, construindo fé, lutando contra vícios, reconectando famílias e dando a milhares de presos esperança para o futuro”, declarou o ministério.
“Não mediremos esforços para garantir que cada detento nos EUA tenha acesso direto e pessoal ao Evangelho. Queremos ajudá-los a desenvolver sua fé, curar traumas e feridas emocionais, quebrar vícios e ciclos, e permitir que cada pessoa atrás das grades assuma seu chamado como filhos e filhas do Altíssimo”, concluíram.
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