John Piper fala sobre salvação de católicos: “É possível pelo encontro genuíno com Cristo”

O pastor e teólogo John Piper acredita que católicos podem ser salvos, através de uma compreensão genuína de Cristo.

fonte: Guiame

Atualizado: Sexta-feira, 2 Março de 2018 as 3:21

O pastor e teólogo John Piper foi questionado por um leitor de seu blog, Desiring God, se seu amigo falecido, que era católico, teria salvação. Ele ainda questionou se é possível católicos serem cristãos genuínos, apesar das doutrinas distorcidas da Igreja.

Piper iniciou sua resposta pontuando preocupações doutrinárias específicas em relação à Igreja Católica, incluindo divergências sobre a compreensão bíblica da Virgem Maria, batismo, indulgências, doutrina da justificação, transubstanciação e o purgatório.

“Em vários níveis, a posição contraditória em relação às Escrituras produzem uma espécie de religião, que temo ter levado muitas pessoas a se desviarem”, disse Piper. No entanto, o pastor acredita que os católicos que são verdadeiros cristãos podem ser salvos.

“Eu acho que existem cristãos genuínos que são devotos e inconsistentes católicos romanos. Devotos no sentido de que são sérios e sinceros. Inconsistentes no sentido de que seu verdadeiro coração compreende que Jesus é melhor do que suas ideias ou doutrinas”.

“Se uma pessoa tem um encontro genuíno com o Cristo vivo e reconhece a profundidade do pecado humano e a desesperança que temos sem graça e sem Cristo, e se eles veem em Jesus o substituto que Deus providenciou para sofrer o nosso castigo e fornecer tudo o que precisamos para a aceitação com Deus, e se essa pessoa se lança na graça de Cristo, abrindo mão de toda autossuficiência e apreciando Cristo como seu supremo tesouro e esperança para a vida eterna, então essa pessoa será salva — mesmo que muitas ideias doutrinárias sejam confusas ou errôneas”, declara.

O pastor acrescenta: “Em outras palavras, é possível que o coração de uma pessoa e sua compreensão essencial de Cristo sejam muito melhores do que sua estrutura doutrinária. Todos podemos ser muito, muito gratos por isso”.

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