Mais de 6.500 pessoas aceitam Jesus e milhões são alcançadas pelo The Send

O The Send Brasil online resultou em 6.500 salvações no sábado (25), além de testemunhos de curas.

fonte: Guiame, Luana Novaes

Atualizado: Segunda-feira, 27 Abril de 2020 as 10:28

O The Send Brasil online resultou em 6.500 salvações. (Foto: Divulgação)
O The Send Brasil online resultou em 6.500 salvações. (Foto: Divulgação)

A edição online do The Send resultou em 6.500 salvações no sábado (25), informou o pastor Teófilo Hayashi, responsável pelo evento no Brasil. Foram 12 horas de transmissão ao vivo com ministrações de líderes brasileiros, argentinos e norte-americanos.

Até esta segunda-feira (27), a live do The Send Brasil no YouTube já conta com mais de 2,8 milhões de visualizações. Entre os espectadores, muitos testemunharam curas.

Além disso, foram arrecadados recursos para compra de alimentos e Bíblias para famílias que estão em necessidade, em parceria com o Iris Ministries. A meta era auxiliar 10 mil famílias, abençoando dezenas de milhares de pessoas.

Em entrevista ao Guiame, Téo Hayashi disse que a decisão de fazer uma edição online apenas cinco semanas após o The Send nos estádios surgiu pelo anseio de “não deixar a chama se apagar”, enquanto as pessoas estão confinadas em suas casas devido ao coronavírus.

“O The Send vem justamente para trazer uma mudança de mentalidade, para nós vivermos o Reino de Deus em todas as esferas da sociedade — nas escolas, vizinhanças, igrejas e nas nações. Porque acreditamos que o avivamento no Brasil tem que envolver o envio de missionários”, disse o pastor.

A repercussão do The Send Brasil foi grande, assim como o impacto provocado na geração mais jovem. Na ocasião, 7.050 pessoas confessaram sua fé em Jesus Cristo e 13.910 jovens decidiram ser treinados como missionários e enviados para as nações.

Hayashi acredita que a proporção tomada pelo The Send apenas reforça que “o brasileiro é o último a perceber o potencial e o chamado especial que nós temos”. 

“O mundo inteiro reconhece isso na gente, nós é que temos que acordar. Infelizmente esse gigante ainda não acordou e eu creio que isso também reflete na igreja brasileira. Ainda não entendemos qual é o chamado de Deus sobre a nossa nação, que é um chamado de liderança. Não é só ser coadjuvante”, avalia.

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