
Tati, quem diria, já não anda mais quebrando o barraco. A funkeira, conhecida por cantar músicas com letras proibidonas, passou a frequentar uma igreja evangélica há seis meses e, desde então, virou outra pessoa. Ontem, por exemplo, Tati Quebra Barraco comemorou 30 anos com um singelo almoço em sua casa ao lado dos pastores de sua nova igreja.
Ela ainda fez uma festa à noitinha, mas o regabofe não lembrou em nada as baladas que promovia em seu condomínio - e que deixava os vizinhos com os cabelos em pé. A autora dos clássicos "Me chama de cachorra" e "Dako é bom" recebeu apenas familiares e amigos íntimos.
Pessoas próximas à cantora dizem que Tati está mais calma e, consequentemente, menos barraqueira. A nova religião, no entanto, não mexeu com sua carreira: a funkeira ainda não tirou nenhuma música com duplo sentido do seu repertório.
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