“Esse é o momento de separar o joio do trigo”, diz Roberto de Lucena

Em entrevista ao Guiame, o pastor e deputado federal Roberto de Lucena esclarece como escolher o candidato certo.

fonte: Guiame, Luana Novaes

Atualizado: Terça-feira, 2 Outubro de 2018 as 2:53

 

A menos de uma semana das eleições, muitos eleitores ainda estão indecisos quanto à sua escolha para os cinco cargos disputados no dia 7 de outubro: presidente da República, governador, senador, deputado federal e deputado estadual.

Para avaliar qual o melhor candidato para cada função, o pastor e deputado federal Roberto de Lucena (PODE/SP) acredita que é necessário avaliar itens que vão além de suas propostas de governo.

“Nós estamos vivendo o momento que temos o desafio de reconstrução e recuperação nacional, tanto econômica quanto social. Estamos no meio de uma crise que é muito mais do que econômica e política, é uma crise ética, moral e espiritual”, disse Lucena ao Guiame na Expo Cristã.

“Neste momento do voto, é muito importante que se leve em consideração quem é o candidato, qual seu passado e sua coerência. Não adianta ele estar pregando agora uma mensagem que seja diferente daquilo que ele trouxe ao longo de sua vida”, destacou o deputado.

“É preciso que se leve em conta a honestidade, que seja ficha limpa, mas não apenas isso — que essa pessoa também não tenha sobre ela denúncias e acusações. Está cheio de candidatos precisando de foro privilegiado. Esse é o momento em que nós temos que separar o joio do trigo”, acrescentou o parlamentar, que também está disputando as eleições.

Para Lucena, a honestidade, a experiência, o passado e o compromisso com os valores de defesa da vida e da família são essenciais para um mandato acontecer “em favor do Brasil na perspectiva do Reino de Deus”.

“A igreja deve ser radical contra o pecado, contra a corrupção e contra a agenda que desconstrói a família, que avilta os valores e princípios que nós defendemos. A igreja deve, portanto, verificar, quem está desse lado e ficar longe disso, tomando muito cuidado para que a nossa posição não seja odiosa, mas que seja realmente a posição de quem sabe exercer o papel de ser luz e sal”, concluiu o deputado.

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