Maioria dos cristãos britânicos não acredita que Jesus morreu por seus pecados

Pesquisa diz que apenas 46% dos cristãos acreditam que Jesus morreu para salvá-los de seus pecados.

fonte: Guiame, com informações do Christian Post

Atualizado: Quarta-feira, 17 Abril de 2019 as 10:44

Cena do filme A Paixão de Cristo. (Foto: Reprodução/YouTube)
Cena do filme A Paixão de Cristo. (Foto: Reprodução/YouTube)

Uma pesquisa realizada pela ComRes em nome da BBC com 2.042 adultos britânicos perguntou aos participantes: “Até que ponto, se é que vocês concordam ou discordam que Jesus morreu na cruz e ressuscitou na Páscoa para que você possa ser perdoado por seus pecados?”

Dos entrevistados que se identificaram como cristãos, um quarto não discordou nem concordou, enquanto 17% dos cristãos disseram que não concordavam.

Os resultados foram divulgados no início da Semana Santa, quando milhões de cristãos em todo o mundo estarão se preparando para comemorar a cruz e a ressurreição de Jesus no fim de semana da Páscoa.

A BBC também questionou as pessoas sobre seus pontos de vista em torno do perdão e se havia algumas ações que eram horríveis demais para serem perdoadas.

Os entrevistados foram questionados até que ponto perdoariam alguém que cometeu: assassinato, abuso infantil, abuso sexual, infidelidade, abuso verbal, abuso nas mídias sociais, mentiras, roubo, palavrões e discriminação.

As pessoas estavam mais preparadas para ignorar o palavrão, com 39% dos entrevistados dizendo que não havia necessidade de perdoar isso, enquanto metade disse que era fácil perdoar.

No outro extremo do espectro estava o abuso de crianças, com 85% de todos os entrevistados julgando isso impossível de perdoar. O abuso sexual e o assassinato estavam próximos, com 79% e 73%, respectivamente.

A pesquisa também revelou que apenas uma minoria participa regularmente de um culto. Perguntados em média quantas vezes eles compareceram a um serviço religioso, excluindo casamentos e funerais, quase dois terços (65%) de todos os entrevistados responderam “nunca”.

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