O marxismo tenta controlar tudo até chegar na família, diz fundador da JOCUM

Loren Cunningham, fundador da JOCUM, falou sobre as experiências que teve com o marxismo no campo missionário.

Fonte: GuiameAtualizado: segunda-feira, 9 de março de 2020 às 16:00
Loren Cunningham, fundador da JOCUM, falou sobre o marxismo. (Foto: Téo Hayashi/Instagram)
Loren Cunningham, fundador da JOCUM, falou sobre o marxismo. (Foto: Téo Hayashi/Instagram)

O pastor Teófilo Hayashi, fundador do movimento Dunamis, publicou neste domingo (8) o trecho de uma conversa sobre marxismo com Loren Cunningham, fundador da JOCUM (Jovens Com Uma Missão).

A doutrina política marxista, elaborada por Karl Marx e Friedrich Engels, considera a religião o “ópio do povo”. Em sua filosofia, Marx considerava a religião como algo insignificante e irrelevante para o futuro da humanidade.

Em sua análise, Cunningham disse que “existem anticristos em todas as gerações”, enquanto o Reino de Cristo é “baseado em amor, liberdade de escolha e criatividade”.

“Mas quando começamos a relativizar a verdade, não há continuidade da verdade. E ninguém conhece a verdade, porque ela é relativa”, observou em vídeo publicado no Instagram.

“Então na verdade não há necessidade de uma universidade, a não ser para promover o relativismo da verdade e o reino das trevas. E foram os marxistas que assimilaram esses conceitos e os globalizaram através da Europa Oriental”, observa Cunningham.

“Sendo assim, quando você os vê tentando derrubar governos, acima de tudo, a Igreja, eles querem ir controlando tudo até chegar na família. Porque eles te dirão que você não pode ter as bênçãos do marxismo, socialismo ou relativismo — chame do que quiser — a não ser que todo mundo concorde”, acrescenta o missionário.

Cunningham também relatou sua experiência em Moscou em 1961, enquanto a União Soviética estava estabelecida: “Você não imagina o nível de trevas, escuridão espiritual. Todos eram opressos debaixo do controle. Nada lá funcionava direito. As pessoas não podiam ser criativas, porque elas tinham que esperar pelo comando que vinha de cima para baixo. Nas lojas, só havia um tipo de qualquer produto. Não havia criatividade, não havia concorrência”.

Ele também criticou o conceito distorcido de igualdade promovido pelo socialismo. “Quando você dá tudo para todo mundo, não há prestação de contas sobre motivação. Eles dizem que todo mundo será bom se tiverem igualdade em tudo”.

“Eu vi o que acontece debaixo do marxismo”, continua. “Eles roubam todo o dinheiro e ensinam o povo a quebrar o 10o mandamento: você não deve cobiçar o que outro tem”.

Marxismo é utopia

Téo Hayashi também fez comentários sobre o tema, destacando que “é difícil crer em Cristo e ao mesmo tempo ser marxista uma vez que essas crenças fundamentais não coexistem”.⁣

O pastor também observou que o conceito “tudo é de todos” anula a generosidade. “A Igreja Primitiva, o exemplo de generosidade, nunca foi socialista, pois logo compartilhavam o que queriam, e não o que foram obrigados pelo Estado”, disse.

“Em suma, marxismo é utopia. Vem com discurso bonito que atrai o idealista mas ignora a variável crucial: a natureza humana. Considerar que o homem não será ganancioso, corrupto, e nem criativo e desejoso por liberdade é loucura. Até hoje a história não mente”, acrescenta Hayashi.

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