Obama envia carta ao pastor Saeed Abedini: “Muitos se inspiram em sua fé inabalável”

Abedini foi liberto da prisão no Irã em janeiro, depois de ser mantido refém por três anos e meio por sua fé cristã.

Fonte: Guiame, com informações de The Christian PostAtualizado: sexta-feira, 11 de março de 2016 19:19
 A mensagem de Obama veio em resposta à carta de agradecimento enviada anteriormente pelo pastor. (Foto: Facebook/Saeed Abedini)
A mensagem de Obama veio em resposta à carta de agradecimento enviada anteriormente pelo pastor. (Foto: Facebook/Saeed Abedini)

O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, enviou uma carta ao pastor Saeed Abedini, que voltou ao país depois de passar quatro anos preso no Irã por implantar igrejas domésticas.

A mensagem de Obama veio em resposta à carta de agradecimento enviada anteriormente pelo pastor, citando os esforços do presidente para obter sua libertação. "Esta é uma carta inspiradora", definiu Abedini.

"Como você sabe, eu acompanhei muitos dos nossos colegas americanos que estavam em oração por sua liberdade. Todos nós, agora, agradecemos por você estar em casa. Muitos vão continuar se inspirando em sua fé inabalável e coragem para enfrentar grandes adversidades", disse Obama na carta que foi datada em 23 de fevereiro.

Abedini foi liberto da prisão no Irã em janeiro, depois de ser mantido refém por três anos e meio por sua fé cristã. Ele foi acusado de ameaçar a segurança nacional por haver implantado uma rede de igrejas domésticas no país.

Em fevereiro, o pastor visitou Washington, D.C. para agradecer aos líderes políticos e religiosos que reuniram esforços e orações por sua liberdade e pelo direito de liberdade religiosa em todo o mundo.

No passado, Obama havia sido acusado por algumas organizações ativistas, como o Centro Americano para Lei e Justiça (ACLJ), de não fazer o suficiente para ajudar a causa de Abedini.

O ACLJ, que representava a mulher de Abedini, Naghmeh, liderou os esforços da campanha de libertação do pastor em diversas petições. Na ocasião, a organização sugeriu que Obama deveria rejeitar as negociações nucleares com o Irã até que a República Islâmica aprovasse seu registro de liberdade religiosa.

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