Pastor e família são mortos a facadas pelo próprio filho em Minas Gerais

O criminoso assassinou a facadas o pastor João Batista, a madrasta, duas irmãs e o sobrinho de 5 anos, em Juiz de Fora.

Fonte: Guiame, com informações de G1Atualizado: quinta-feira, 8 de janeiro de 2026 às 14:21
O pastor João Batista foi morto a facadas. (Foto: Reprodução/YouTube/Cidade Alerta Record).
O pastor João Batista foi morto a facadas. (Foto: Reprodução/YouTube/Cidade Alerta Record).

O pastor aposentado João Batista Fernandes Souza, de 74 anos, foi morto a facadas pelo próprio filho, na manhã de quarta-feira (7), em Juiz de Fora, Minas Gerais. 

O criminoso também matou a madrasta, de 63 anos, duas irmãs, de 44 e 47 anos, e um sobrinho de 5 anos de idade.

Segundo a Polícia Militar (PM), o homem foi até um conjunto de casas onde a família do pastor morava no Bairro Santa Cecília, e esperou uma das irmãs sair pelo portão para iniciar o ataque.

Uma câmara de segurança registrou o momento. "Ele atacou a primeira, depois a segunda; em seguida, matou a mãe [madrasta], foi no quarto, matou o pai de 74, subiu até na parte de cima da casa e também efetuou as facadas contra a criança de cinco anos", afirmou o tenente-coronel da PM, Flávio Tafúri, à TV Integração.

As vítimas foram encontradas por um irmão do criminoso. Logo depois, o homem foi preso pela polícia no apartamento onde mora e confessou o crime. No momento da abordagem, ele estava limpando as roupas sujas de sangue.

“Segundo o relato dos irmãos, ele passava por transtornos mentais, com mudanças de humor e episódios de surto psicótico”, comentou o tenente-coronel Flávio Tafúri.

Porém, a Polícia Civil informou que ainda não há um laudo médico que confirme o diagnóstico de transtorno psicológico do homem. A Delegacia de Homicídios de Juiz de Fora está investigando a motivação da chacina.

Segundo o G1, João Batista era pastor aposentado da Igreja do Nazareno e também atuava como marceneiro. O líder estava fazendo tratamento contra um câncer de próstata.

Comunidade evangélica em luto

A comunidade evangélica de Juiz de Fora lamentou a tragédia e expressou pesar. Em nota, a Igreja do Nazareno manifestou consternação pela perda da família pastoral.

“Vítimas de uma fatalidade que enluta não apenas seus familiares e amigos, mas toda a Igreja de Cristo”, declaram os pastores Renato Siqueira e Silvia Helena.

E acrescentaram: “Cremos que, mesmo diante do silêncio da dor, o Senhor continua soberano, presente e fiel. Nossa esperança está na promessa da vida eterna e no reencontro glorioso em Cristo Jesus. Nos solidarizamos com os familiares, amigos e irmãos na fé, reafirmando nosso amor, apoio e intercessão contínua”.

O presidente do Conselho de Pastores de Juiz de Fora, pastor Célio Neto, ressaltou o legado deixado pelo pastor João Batista e pediu oração pelas congregações enlutadas.

“Deixo aqui minhas condolências para todos os familiares por essa perda, essa tragédia, e também para toda comunidade cristã de Juiz de fora. Que Deus possa trazer consolo e paz aos integrantes da família depois dessa tragédia que aconteceu no nosso meio”, declarou, nas redes sociais.

A Assembleia de Deus Ministério Jeová Nissi, uma igreja da cidade, também divulgou uma nota de pesar.

“Nos unimos em oração e solidariedade à família do pastor João e a todos os irmãos da Igreja do Nazareno em Santa Cecília. Que o Espírito Santo, o Consolador, traga paz, força e esperança neste momento de dor”, afirmou, no Instagram.

 
 
 
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