Relatório aponta para mais de 32.000 bebês salvos após lei pró-aborto ser derrubada

“As leis pró-vida estão ‘salvando vidas’ e contribuindo para uma queda no aborto em todo o país”, disse uma pesquisadora.

Fonte: Guiame, com informações do Christian HeadlinesAtualizado: segunda-feira, 17 de abril de 2023 às 14:34
Derrubada de lei pró aborto protege bebês nos EUA. (Foto representativa: Unsplash/Jonathan Borba)
Derrubada de lei pró aborto protege bebês nos EUA. (Foto representativa: Unsplash/Jonathan Borba)

Desde que a Suprema Corte dos EUA derrubou a lei pró aborto conhecida como “Roe V. Wade”, em junho do ano passado, as vidas de mais de 32.000 bebês foram poupadas, conforme um novo relatório da Sociedade de Planejamento Familiar.

O relatório diz que 32.260 bebês tiveram a chance de viver e que o número de abortos caiu mensalmente após a decisão do Tribunal Superior. 

“Após a decisão de Dobbs, a taxa nacional de aborto caiu de 13,2% a cada 1.000 mulheres em idade reprodutiva para 12,3%”, conforme observou a Sociedade de Planejamento Familiar.

‘Bebês estão sendo salvos e as mães protegidas dos danos do aborto’

As quedas mais significativas de aborto ocorreram em estados onde foram implementadas leis antiaborto que “testemunharam um total cumulativo de 43.410 pessoas a menos que fizeram abortos”. 

Existem cerca de 13 estados nos quais a maioria dos abortos foi proibida, incluindo Idaho, Dakota do Sul, Wisconsin, Missouri, Kentucky, Virgínia Ocidental, Tennessee, Arkansas, Oklahoma, Louisiana, Mississippi, Alabama e Texas.

Enquanto isso, os abortos na Geórgia são proibidos após cerca de seis meses de gravidez, enquanto os abortos no Arizona e na Flórida são proibidos após 15 semanas de gravidez.

Em Utah, o limite gestacional para abortos é de 18 semanas, enquanto o limite é de 20 semanas na Carolina do Norte.

Segundo a revista Time, houve uma queda de 96% nos abortos nos 13 estados mencionados de julho a dezembro em comparação com os realizados em abril e maio. Houve também uma queda de 40% nos abortos na Geórgia.

Tessa Longbons, pesquisadora associada do Charlotte Lozier Institute, elogiou os resultados do relatório, pois destaca que as leis pró-vida estão "salvando vidas" e "contribuindo para uma queda no aborto em todo o país".

"Isso significa que os bebês estão sendo salvos e as mães protegidas dos danos do aborto”, ela concluiu.

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