
Uma bebê que recebeu um prognóstico médico de apenas 2% de chance de sobreviver durante a gestação surpreendeu a todos ao nascer saudável após a oração dos pais.
Justine e Rowie Mancol estavam felizes com a espera da segunda filha, Rebecca. Porém, no segundo trimestre da gravidez, Rowie começou a sentir dores abdominais e procurou um hospital.
“Encontraram líquido nos pulmões do meu bebê, mas não era nada para se preocupar, então me mandaram para casa”, disse ela à CBN News.
Tempos depois, o casal foi encaminhado para uma unidade especializada, onde exames confirmaram que Rebecca tinha hidropsia fetal, uma condição em que há acúmulo de líquido em diferentes partes do corpo do bebê, comprometendo o desenvolvimento dos órgãos.
"O sistema linfático do bebê não está funcionando direito. Com a quantidade de líquido que o bebê tem, a chance de sobrevivência é de apenas 2%.”, informou um médico.
E continuou: "O bebê poderá ter síndrome de Down, poderá precisar de cirurgia imediatamente após nascer. Ou, na pior das hipóteses, um dia durante a gravidez, o coração dela parar de bater”.
Corrente de oração
Segundo Rowie, os médicos a orientaram a abordar o bebê: “Eu e minha esposa sabemos que o aborto não é uma opção. Então, dissemos a eles que não vamos optar por isso. Sabia que meu Deus nos ajudaria a superar essa situação”, contou Justine.
E Rowie acrescentou: "Eu disse à Justine que não vou desistir da minha filha, aconteça o que acontecer. Ela é minha filha. Ela é uma bênção".
Nesse período, o casal recorreu à igreja em busca de oração e apoio: “Entramos em contato imediatamente com o nosso pastor. Se os médicos estavam desistindo de nós e da nossa filha, não havia a quem recorrer além de Deus. A igreja inteira começou a orar por nós”, relatou Justine.
Enquanto isso, Rowie testemunhou: “A paz que eu sentia era algo que eu não consigo explicar, Deus é tão bom. Sempre que enfrento um desafio, eu lembro daquele momento em que Ele estava lá para mim, no período mais difícil da minha vida”.
Durante a gravidez, os médicos implantaram um dreno nos pulmões da bebê para retirar o excesso de líquido. Apesar das tentativas, os exames continuavam mostrando que a condição permanecia praticamente inalterada.
“Toda semana orávamos. Foi uma verdadeira prova de fé por quatro meses. Chegávamos ao hospital e antes de ver o ultrassom, eu dizia: 'Vou rapidinho ao banheiro'. Eu ajoelhava e orava pedindo um milagre”, afirmou Justine.
Resposta de oração
Com o tempo, novos exames mostraram que o líquido acumulado no cérebro e no estômago da bebê havia desaparecido.
No entanto, os pulmões continuavam comprometidos, e os médicos não sabiam se Rebecca conseguiria respirar sozinha ao nascer.
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O nascimento de Rebecca. (Foto: Reprodução/CBN News)
Rowie precisou passar por uma cesariana de emergência. A equipe médica se preparou para realizar procedimentos urgentes caso a bebê precisasse de ajuda para respirar.
“Quando a médica tirou a Rebecca, houve uns segundos de silêncio. E então, do nada, ela começou a chorar”, relembrou o pai.
“Ficávamos dizendo: 'Obrigado, Jesus'. Era isso que estávamos esperando o tempo todo e eu me lembro de pensar: ‘Este será o nosso testemunho’. E já se passaram três anos desde que isso aconteceu. E aqui estamos, ela é tudo o que eu pedi em oração”, acrescentou a mãe.
Rebecca conseguiu respirar sozinha e se tornou um testemunho da fidelidade de Deus: "Considero cada dia uma bênção porque ela está aqui, e comemoramos todos os dias", destacou Rowie.
“Deus é fiel. Ele ouve as orações, disso eu tenho certeza. Toda vez que olho para ela, eu penso: ‘Obrigado, Senhor. Graças a Deus que ela está aqui. Graças a Deus por salvá-la. Graças a Deus por curá-la’”, concluiu Justine.
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