
Léo Batalha cresceu em uma família cristã no Paraná e sempre foi conhecido por sua alegria contagiante que provém de Jesus.
Em 2016, o cristão começou a sentir fortes dores no dedo indicador e no polegar da mão direita.
“O inchaço era só na mão direita, ela ficou do tamanho de uma manga. E da mão direita, a mão começou a desinchar e passou a descer para a perna direita. A minha perna inchou e chegou a ficar da largura de uma garrafa de 3 litros. E do joelho, ela desceu para o pé. O pé foi inchando a ponto de eu não conseguir calçar um sapato”, contou Léo, em vídeo do canal “Poder de Deus” no YouTube.
Ele fez diversos tipos de exames para descobrir o que tinha e consultou com nove especialistas no total.
“Primeiro me disseram que eu estava com dengue. Fui medicado, mas não resolveu, a mão tornou a inchar e cada dia que passava doía mais. Disseram que eu estava com uma inflamação por excesso de movimento repetitivo e engessaram a minha mão. E nada resolvia”, lembrou.
“De todos os exames que eram feitos, sanguíneos ou através de imagem, diziam que a minha saúde estava perfeita, era a saúde de uma criança”.
Léo passou oito meses realizando exames para descobrir o que tinha. As hipóteses dos médicos para algumas doenças deram negativo e não conseguiam descobrir o que o homem tinha.
Perda dos movimentos
Com o tempo, ele não conseguia mais se movimentar devido as intensas dores e passou a tomar diversos medicamentos.
“Foi algo muito angustiante. Do nada eu me vi parado a ponto de eu depender de alguém pra me dar um banho, pra colocar alimentação na minha boca como quem serve uma criança. Teve dias que realmente eu me deitava e eu só chorava. Dizia: ‘Não suporto mais’”, revelou.
E acrescentou: “Eu queria entender qual era o propósito. E o silêncio de Deus prevaleceu. Foram oito meses de silêncio”.
Logo depois, ele passou por uma cirurgia para retirar uma infecção da perna e ficou internado alguns dias no hospital. Léo recuperou o movimento da perna, mas sua mão ainda estava imóvel.
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“Seus ossos estão se desmanchando”
Até que um novo médico enfim descobriu o diagnóstico de Léo. Ele havia sido infectado por uma bactéria e tinha artrite reumatoide e anquilose muscular, que estavam desmanchando seus ossos.
“Tua situação está complicada. Seus ossos estão se desmanchando literalmente”, informou o médico.
Conforme novos exames, o problema não poderia ser solucionado com cirurgia e Léo perderia o movimento da mão direita e da perna ao longo do tempo, mesmo fazendo um tratamento com medicação.
Diante do diagnóstico, o cristão manteve a fé e creu que Deus poderia realizar um milagre. “Eu vou te dizer com todo o respeito que eu lhe tenho. O senhor falou, mas meu Pai, o dono do universo, não assinou. Enquanto Ele não me disser, ninguém muda a minha convicção”, declarou ele ao médico.
Preparação do funeral
Mais tarde, devido às fortes medicamentos, Léo desenvolveu uma úlcera e desidratação e precisou parar com o tratamento para a artrite. “Eu não conseguia dormir e nem comer. Aonde eu chegava, todo mundo assustava com a forma como eu fiquei desfigurado”, disse.
Após ser internado novamente, ele pediu que a mãe preparasse seu funeral porque acreditava que iria morrer: “As circunstâncias estão me mostrando que eu não volto mais”.
Porém, o cristão se recuperou e voltou a se alimentar normalmente, mas continuava com fortes dores na mão.
Até que, em um culto, Léo recebeu uma palavra profética que lhe deu esperança. “A pessoa saiu do púlpito e colocou a mão em cima da mão enferma e disse: ‘Vou te curar. Não se desespere, Eu serei contigo”, contou.
“Eu saí da igreja flutuando. E os dias foram se passando e as coisas foram começando a tomar forma, foram começando a voltar ao seu devido lugar. A dor da minha mão começou a cessar”, testemunhou.
Hoje, o homem consegue fazer vários movimentos, voltou a trabalhar e a reger um coral da sua igreja, desafiando o prognóstico dos médicos.
Para Léo, sua cura completa está ocorrendo de forma gradual. “Tem movimento que eu não consigo fazer, mas eu vejo Deus cumprir na minha vida aquilo que Ele prometeu. O tempo Dele não é o meu. Quanto tempo eu vou precisar esperar? Não sei. A mulher do fluxo de sangue esperou 12 anos. Quem sou eu para dizer que tem que ser agora de imediato?”, afirmou.
E ressaltou: “Deus faz infinitamente mais além daquilo que nós pedimos, sonhamos e esperamos. Minha mão está em movimento. Eu tenho motivo de sobra para louvar, engrandecer e agradecer a Deus”.
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