
A aliança dos países produtores de cacau, a Copal, reúne 10 nações. Além do Brasil, fazem parte República Dominicana, Costa do Marfim, Gana, Togo, Nigéria, Camarões, Gabão, São Tomé e Príncipe e Malásia. Todos enviaram representantes ao Brasil para participar da assembleia geral.
O Brasil é o sexto maior produtor, mas não consegue atender a demanda interna e, por isso, precisa importar 30% do que é consumido. A entrada do produto de outros países preocupa a Comissão Executiva do Plano da Lavoura Cacaueira, ligada ao Ministério da Agricultura. Para a Ceplac, a importação configura risco de entrada de doenças que não existem no Brasil.
No encontro em Brasília, os representantes dos 10 países maiores produtores de cacau vão elaborar um documento se comprometendo a padronizar a produção. A certificação do cacau deve melhorar a qualidade do produto e garantir preços mais altos no mercado internacional.
Os termos ainda serão discutidos entre os países. O chefe do Centro de Pesquisas do Cacau, o Cepec, Adonias de Castro, explica que a certificação pode gerar custos adicionais para o produtor, mas será importante para garantir o mercado internacional.
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