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Aluna e professora discutem por causa de celular

Aluna e professora discutem por causa de celular

Atualizado: Sexta-feira, 27 Novembro de 2009 as 12

A briga que aconteceu na sala de aula de uma das faculdades mais tradicionais em SP. Aluna e professora discutiram e chegaram a se empurrar por causa do celular. A confusão foi no curso de direito.

O caso aconteceu numa das faculdades mais tradicionais e caras de São Paulo. A mensalidade do curso de direito custa R$ 2.400. A briga entre a aluna e a professora foi no começo da semana durante uma prova. O motivo da discussão foi o celular ligado na sala de aula.

Em entrevista dada por telefone ao portal de notícias G1 a estudante deu a versão dela sobre o caso:

''Eu fui agredida verbalmente e fisicamente. Verbalmente por ela ter mexido no meu telefone e vindo na minha direção puxando ele da minha mão, além de lesões no meu braço. Quando a gente se desequilibrou e ela tava puxando o celular da minha mão, ela acabou me empurrando e meu joelho está roxo'', declara a estudante.

Os estudantes da Faap dizem que o uso do celular na sala de aula é proibido e que todos sabem disso.

''Tem um aviso nas salas: por favor, alunos, desliguem os celular'', conta Ana Cristina Viegas, aluna.

A professora não foi encontrada para falar sobre o assunto. A Faap não quis gravar entrevista. Emitiu apenas uma nota oficial sobre o caso.

Na nota a Faap afirma que abriu uma sindicância para investigar as informações declaradas pela aluna. A fim de evitar uma exposição desnecessária, a Faap só irá se pronunciar no fim das investigações.

Nesta manhã o Jornal Hoje ouviu a opinião de professores e alunos sobre o caso:

''É certo proibir, porque se está tendo aula o celular atrapalha'', fala o estudante Henrique Veit.

''Eu atendo, deixo a pessoa esperando na linha e saio da aula'', diz Maria Bossos, estudante.

''Ele pode até não estar colando, mas a prova não é lugar de celular, não é hora de celular e ponto final. Se você ta com o celular na prova e a professora te pega ou ouve tocar, acho que é o direito dela tirar ou conversar com você'', comenta André Braga, estudante.

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