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Com roubos em alta, USP quer reforçar segurança

Com roubos em alta, USP quer reforçar segurança

Atualizado: Quarta-feira, 27 Janeiro de 2010 as 12

Em meio à retomada do crescimento de roubos no campus da USP (Universidade de São Paulo), na zona oeste, o coordenador do campus, professor Antonio Carlos Massola, afirmou que pretende adotar uma série de medidas de segurança.

Entre as ações está contratar mais 20 guardas e instalar quiosques da Guarda Universitária nos pontos mais vulneráveis do local, onde cerca de 80 mil pessoas circulam diariamente. Entre 2007 e 2008, o número de roubos caiu de 71 para 39; no ano passado, subiu para 56. Os furtos, porém, caíram de 335 para 316 entre 2008 e 2009.

O patrulhamento no campus está a cargo da Guarda Universitária, formada por 130 homens não armados cujas tarefas incluem prestar informações e cuidar das três portarias, cinco portões, do trânsito e da área de 4,7 milhões de metros quadrados da USP. Massola fala sobre as dificuldades do trabalho:

- É difícil ter um mecanismo capaz de coibir quando sua guarda tem um número limitado.

Apesar da maior quantidade de roubos, um possível pedido de ajuda à Polícia Militar é incerto. Em 2007, depois da greve de professores, a corporação removeu a base da prefeitura da Cidade Universitária. No episódio, manifestantes cercaram a unidade.

- Há um problema muito sério quando se põe a PM aqui dentro, que é a reação estudantil e, às vezes, até de docentes.

Segundo o coordenador, o assunto deverá ser discutido com o novo reitor, João Grandino Rodas, que tomou posse ontem. Em nota, a PM informou que existe uma viatura exclusiva para atender ocorrências no campus e que mantém "um policial" no Hospital Universitário.

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