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Ministro da Educação reforça importância do magistério

Ministro da Educação reforça importância do magistério

Atualizado: Sexta-feira, 6 Fevereiro de 2009 as 12

No encerramento do grupo de trabalho das grandes cidades, que reúne os secretários municipais de educação das 26 capitais, do Distrito Federal e dos 127 municípios com mais de 163 mil habitantes, o ministro da Educação, Fernando Haddad, reforçou a importância do piso salarial nacional para o magistério, em vigor desde o início do ano. ''Não podemos admitir a perda de interesse pelo magistério'', disse o ministro.

Haddad comentou os dados do Censo da Educação Superior de 2007, divulgados na última terça-feira, dia 3 de fevereiro, os quais mostram uma pequena queda no interesse por cursos. ''Os novos dados são mais um alerta para que aumentemos os esforços na criação de um sistema público de formação de professores que envolva a União, estados e municípios'', salientou.

O ministro pediu também esforços para a expansão da oferta de educação infantil. “Precisamos garantir que os alunos tenham habilidades próprias para a idade. Com isso, todo o trabalho no ensino básico será facilitado”, disse. Haddad destacou os dados sobre alunos que cursaram educação infantil e concluem com mais freqüência o ensino médio. ''A redução nos índices de analfabetismo também passa por um maior investimento na educação infantil''.

A continuidade de ações e a parceria contínua entre União, estados e municípios foram destacadas como ferramentas primordiais de melhoria da qualidade da educação no país. Aos prefeitos e secretários presentes, Haddad pediu mais participação. ''Não subestimem os subsídios que vocês podem nos conceder para melhorar as políticas públicas de educação no país'', afirmou.

Para o ministro, inúmeras questões pedem a manutenção de uma interlocução constante entre o MEC e os municípios. ''O apoio técnico do ministério está disponível para todos, sem exceção''. Dentre as ferramentas para ampliar a interlocução com os municípios, Haddad citou os planos de ação articulada (PAR), que ele considera como instrumentos para a continuidade da gestão. Com o PAR, os gestores que chegam agora às secretarias têm um plano de trabalho avalizado pelo MEC. ''Podem até não gostar e querer mudar, mas isso é bem diferente de chegar e encontrar computadores e gavetas vazios, como tantas vezes se viu''.

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