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Ministro interino destaca oferta de vagas em universidades

Ministro interino destaca oferta de vagas em universidades

Atualizado: Quinta-feira, 16 Julho de 2009 as 12

O ministro da Educação interino, Henrique Paim, afirmou nesta quinta-feira, dia 16, que o número de vagas oferecidas em universidades federais deve ultrapassar 350 mil até 2011. Ele participou da reunião do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, com estudantes beneficiários do Programa Universidade para Todos (ProUni), no congresso da União Nacional dos Estudantes (UNE), em Brasília.

Em 2003, foram abertas 114 mil vagas nas universidades federais de todo o país. Hoje, as 55 instituições já oferecem 227 mil. A ampliação da oferta é uma das conquistas do Programa de Apoio a Planos de Reestruturação e Expansão das Universidades Federais (Reuni).

"Sem perder a qualidade do ensino oferecido e sem macular a autonomia universitária, estamos incentivando as universidades federais a ampliar a oferta de cursos noturnos, a implementar inovações pedagógicas, como o bacharelado interdisciplinar, a modernizar e reequipar os laboratórios e instalações", destacou Paim.

Em seu discurso aos estudantes, ele mencionou outras ações voltadas para a inserção de alunos na educação superior, como o ProUni, que já beneficiou mais de 500 mil alunos, e o Fundo de Financiamento ao Estudante do Ensino Superior (Fies), que conta hoje com mais de 473 mil contratos ativos.

Paim lembrou ainda das 330 mil vagas presenciais e a distância que estão à disposição dos interessados por meio do Plano Nacional de Formação de Professores da Rede Pública, para profissionais sem formação acadêmica ou que atuem em áreas diferentes daquela de sua formação.

Enem - O ministro interino lembrou que nesta sexta-feira, dia 17 de julho, encerram-se as inscrições para o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). Mais de quatro milhões de estudantes devem prestar o exame. Muitos para concorrer a vagas em pelo menos 25 universidades federais e 19 institutos federais de educação, ciência e tecnologia.

Segundo Paim, o fim do vestibular é reivindicação histórica da UNE. "É o fim da decoreba, da maratona de provas. O exame, agora mais humano, permitirá avaliar o conhecimento e a capacidade de raciocínio dos estudantes e vai equiparar as chances de todos no acesso ao ensino superior."

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