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Para Haddad, baixo índice de recursos revela concordância com métodos do Inep

Para Haddad, baixo índice de recursos revela concordância com métodos do Inep

Atualizado: Quarta-feira, 3 Dezembro de 2008 as 12

O ministro da Educação, Fernando Haddad, informou nesta terça-feira, 2 de dezembro, aos membros do Conselho Nacional de Educação (CNE), que menos de 4% dos cursos de graduação com conceitos três, quatro e cinco nas avaliações conduzidas pelo Inep entraram com recurso pedindo a visita de avaliadores.

Isso, disse, demonstra que as instituições compreenderam que o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep) trabalha com dados objetivos e públicos e que a meta é a busca da qualidade. Haddad foi ao CNE para participar da posse da secretária de Educação Superior, Maria Paula Dallari Bucci, como membro nato no conselho.

Como a visita de avaliadores às instituições com notas um e dois é obrigatória, a surpresa do ministério é com o baixo índice de pedidos de revisão dos cursos com conceito três. Haddad atribuiu parte desse comportamento das instituições ao fato de que os avaliadores fazem as visitas munidos de dados objetivos, com informações detalhadas sobre os cursos, com um guia de como analisar cada item.

“É uma avaliação técnica e não política”, disse. Mostra também que o Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior (Sinaes) protege as instituições que investem em qualidade e isso está bem compreendido, segundo Haddad.

Na reunião com os conselheiros, o ministro também fez um relato sobre o marco regulatório da educação profissional, que compreende o Brasil Profissionalizado (que reestrutura o ensino médio no país), a reforma do Sistema S, o catálogo de cursos tecnológicos, a criação dos institutos federais de educação Tecnológica (Ifet) e a expansão da rede federal.

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