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Taxa de analfabetismo atinge 19,4% no Nordeste, diz Ipea

Taxa de analfabetismo atinge 19,4% no Nordeste, diz Ipea

Atualizado: Quinta-feira, 8 Outubro de 2009 as 12

Um estudo do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), divulgado nesta quarta-feira, 7 de outubro, concluiu que o nível de escolaridade dos brasileiros está subindo num ritmo menor do que deveria.

O analfabetismo ainda é um grande problema, principalmente no Nordeste, onde a taxa é de 19,4%, bem maior do que a registrada na Sudeste (5,8%).

Atualmente há 14 milhões de brasileiros com mais de 15 anos que não sabem ler nem escrever. De acordo com os pesquisadores, o número de analfabetos vem caindo, mas muito lentamente. Se o ritmo dos últimos anos for mantido, o país vai precisar de mais duas décadas para acabar com o problema.

A dona de casa Georgete dos Santos busca os netos na escola. A mesma onde ela também estuda desde 2008, quando entrou pela primeira vez numa sala de aula. "É muito bom pra mim, porque eu ficava constrangida, queria ler uma coisa, não conseguia", contou.

Ela não faz mais parte dos 10% de analfabetos do país. O problema é maior entre os que têm mais de 40 anos (16,9%). A taxa entre os negros (13,6%) é maior do que a dos brancos (6,2%).

"O número mostra que a ação, o combate ao analfabetismo das políticas públicas deixa a desejar, e poderia estar ocorrendo de uma forma mais veloz", explicou o diretos de estudos sociais do Ipea, Jorge Abraão.

Acesso à escola melhorou

Mas houve avanços. O estudo aponta que o acesso à escola melhorou, embora ainda esteja alto o número de alunos que não concluem o ensino fundamental. Segundo pesquisadores, é preciso aumentar a média do tempo de estudos brasileiros, que atualmente é de pouco mais de sete anos.

De acordo com o Ipea, o número vem crescendo, mas ainda é insuficiente para concluir o ensino fundamental. Se comparamos a média entre os mais ricos e os mais pobres, percebemos como há desafios a vencer. Ricos ficam em média 10,4 anos de estudos, e pobres, 5.

Dona Eufrásia faz em casa os exercícios da escola que ela passou a frequentar. Ainda tem dificuldade para ler, mas já reconhece que tem pela frente um mundo novo."Eu antigamente não era um terço do que sou agora".

Um estudo do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), divulgado nesta quarta-feira, 7 de outubro, concluiu que o nível de escolaridade dos brasileiros está subindo num ritmo menor do que deveria.

O analfabetismo ainda é um grande problema, principalmente no Nordeste, onde a taxa é de 19,4%, bem maior do que a registrada na Sudeste (5,8%).

Atualmente há 14 milhões de brasileiros com mais de 15 anos que não sabem ler nem escrever. De acordo com os pesquisadores, o número de analfabetos vem caindo, mas muito lentamente. Se o ritmo dos últimos anos for mantido, o país vai precisar de mais duas décadas para acabar com o problema.

A dona de casa Georgete dos Santos busca os netos na escola. A mesma onde ela também estuda desde 2008, quando entrou pela primeira vez numa sala de aula. "É muito bom pra mim, porque eu ficava constrangida, queria ler uma coisa, não conseguia", contou.

Ela não faz mais parte dos 10% de analfabetos do país. O problema é maior entre os que têm mais de 40 anos (16,9%). A taxa entre os negros (13,6%) é maior do que a dos brancos (6,2%).

"O número mostra que a ação, o combate ao analfabetismo das políticas públicas deixa a desejar, e poderia estar ocorrendo de uma forma mais veloz", explicou o diretos de estudos sociais do Ipea, Jorge Abraão.

Acesso à escola melhorou

Mas houve avanços. O estudo aponta que o acesso à escola melhorou, embora ainda esteja alto o número de alunos que não concluem o ensino fundamental. Segundo pesquisadores, é preciso aumentar a média do tempo de estudos brasileiros, que atualmente é de pouco mais de sete anos.

De acordo com o Ipea, o número vem crescendo, mas ainda é insuficiente para concluir o ensino fundamental. Se comparamos a média entre os mais ricos e os mais pobres, percebemos como há desafios a vencer. Ricos ficam em média 10,4 anos de estudos, e pobres, 5.

Dona Eufrásia faz em casa os exercícios da escola que ela passou a frequentar. Ainda tem dificuldade para ler, mas já reconhece que tem pela frente um mundo novo."Eu antigamente não era um terço do que sou agora".

Um estudo do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), divulgado nesta quarta-feira, 7 de outubro, concluiu que o nível de escolaridade dos brasileiros está subindo num ritmo menor do que deveria.

O analfabetismo ainda é um grande problema, principalmente no Nordeste, onde a taxa é de 19,4%, bem maior do que a registrada na Sudeste (5,8%).

Atualmente há 14 milhões de brasileiros com mais de 15 anos que não sabem ler nem escrever. De acordo com os pesquisadores, o número de analfabetos vem caindo, mas muito lentamente. Se o ritmo dos últimos anos for mantido, o país vai precisar de mais duas décadas para acabar com o problema.

A dona de casa Georgete dos Santos busca os netos na escola. A mesma onde ela também estuda desde 2008, quando entrou pela primeira vez numa sala de aula. "É muito bom pra mim, porque eu ficava constrangida, queria ler uma coisa, não conseguia", contou.

Ela não faz mais parte dos 10% de analfabetos do país. O problema é maior entre os que têm mais de 40 anos (16,9%). A taxa entre os negros (13,6%) é maior do que a dos brancos (6,2%).

"O número mostra que a ação, o combate ao analfabetismo das políticas públicas deixa a desejar, e poderia estar ocorrendo de uma forma mais veloz", explicou o diretos de estudos sociais do Ipea, Jorge Abraão.

Acesso à escola melhorou

Mas houve avanços. O estudo aponta que o acesso à escola melhorou, embora ainda esteja alto o número de alunos que não concluem o ensino fundamental. Segundo pesquisadores, é preciso aumentar a média do tempo de estudos brasileiros, que atualmente é de pouco mais de sete anos.

De acordo com o Ipea, o número vem crescendo, mas ainda é insuficiente para concluir o ensino fundamental. Se comparamos a média entre os mais ricos e os mais pobres, percebemos como há desafios a vencer. Ricos ficam em média 10,4 anos de estudos, e pobres, 5.

Dona Eufrásia faz em casa os exercícios da escola que ela passou a frequentar. Ainda tem dificuldade para ler, mas já reconhece que tem pela frente um mundo novo."Eu antigamente não era um terço do que sou agora".

Um estudo do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), divulgado nesta quarta-feira, 7 de outubro, concluiu que o nível de escolaridade dos brasileiros está subindo num ritmo menor do que deveria.

O analfabetismo ainda é um grande problema, principalmente no Nordeste, onde a taxa é de 19,4%, bem maior do que a registrada na Sudeste (5,8%).

Atualmente há 14 milhões de brasileiros com mais de 15 anos que não sabem ler nem escrever. De acordo com os pesquisadores, o número de analfabetos vem caindo, mas muito lentamente. Se o ritmo dos últimos anos for mantido, o país vai precisar de mais duas décadas para acabar com o problema.

A dona de casa Georgete dos Santos busca os netos na escola. A mesma onde ela também estuda desde 2008, quando entrou pela primeira vez numa sala de aula. "É muito bom pra mim, porque eu ficava constrangida, queria ler uma coisa, não conseguia", contou.

Ela não faz mais parte dos 10% de analfabetos do país. O problema é maior entre os que têm mais de 40 anos (16,9%). A taxa entre os negros (13,6%) é maior do que a dos brancos (6,2%).

"O número mostra que a ação, o combate ao analfabetismo das políticas públicas deixa a desejar, e poderia estar ocorrendo de uma forma mais veloz", explicou o diretos de estudos sociais do Ipea, Jorge Abraão.

Acesso à escola melhorou

Mas houve avanços. O estudo aponta que o acesso à escola melhorou, embora ainda esteja alto o número de alunos que não concluem o ensino fundamental. Segundo pesquisadores, é preciso aumentar a média do tempo de estudos brasileiros, que atualmente é de pouco mais de sete anos.

De acordo com o Ipea, o número vem crescendo, mas ainda é insuficiente para concluir o ensino fundamental. Se comparamos a média entre os mais ricos e os mais pobres, percebemos como há desafios a vencer. Ricos ficam em média 10,4 anos de estudos, e pobres, 5.

Dona Eufrásia faz em casa os exercícios da escola que ela passou a frequentar. Ainda tem dificuldade para ler, mas já reconhece que tem pela frente um mundo novo."Eu antigamente não era um terço do que sou agora".

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