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Atentado em mercado mata mais de 80 pessoas no Afeganistão

Atentado em mercado mata mais de 80 pessoas no Afeganistão

Fonte: Globo.comAtualizado: terça-feira, 15 de julho de 2014 13:48
Equipes de segurança afegãs são vistas em local de atentado suicida nesta terça-feira (15) em Urgun
Equipes de segurança afegãs são vistas em local de atentado suicida nesta terça-feira (15) em Urgun

Equipes de segurança afegãs são vistas em local de atentado suicida nesta terça-feira (15) em UrgunPelo menos 89 pessoas morreram e dezenas feridas nesta terça-feira (15) em um atentado suicida contra um mercado da província afegã de Paktika, leste do país, perto da fronteira com o Paquistãom, segundo a Reuters.

O número de mortos ainda pode aumentar, segundo o general Zahir Azimim, porta-voz do Ministério da Defesa local.Um homem detonou um carro-bomba em um mercado do distrito de Urgun, que estava lotado no momento do ataque, segundo as autoridades.

A explosão atingiu várias lojas e algumas casas ao redor do mercado.

O local do ataque fica próximo à pouco vigiada fronteira com a região paquistanesa do Waziristão do Norte, onde os militares têm avançado nas últimas semanas sobre os esconderijos dos militantes do Taliban paquistanês, o que levou os militantes a recuarem em direção ao Afeganistão.

"A explosão foi tão grande que destruiu muitas lojas. Dezenas de pessoas ficaram presas sob os telhados", disse o governador distrital, Mohammad Raza Kharoti, à Reuters.

"O número de feridos vai aumentar para mais de 100 e o número de mutilados também vai subir", acrescentou.

O atentado não foi reivindicado, mas os insurgentes talibãs são responsáveis por vários ataques suicidas no país.

A província de Paktika, um dos refúgios dos talibãs da rede Haqani, fica na fronteira com as zonas tribais paquistanesas, onde o exército executa uma ofensiva há um mês contra os rebeldes islamitas.

Os ataques ocorrem no momento em que as tropas estrangeiras estão gradualmente se retirando do país. As Nações Unidas disseram que o número de vítimas entre civis saltou em mais de 25 por cento no primeiro semestre deste ano, diante da escalada das hostilidades.

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