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Chega a 145 o número de mortos após terremoto

Chega a 145 o número de mortos após terremoto

Atualizado: Sábado, 26 Fevereiro de 2011 as 8:20

O governo da Nova Zelândia elevou, neste sábado (26), a 145 o número de mortos pelo terremoto de 6,3 graus de magnitude que atingiu na terça-feira (22) a cidade de Christchurch. O número de desaparecidos está estimado em 226.

O primeiro-ministro neozelandês, John Key, visitou o “marco zero” em Christchurch, e anunciou que todo o país respeitará dois minutos de silêncio em memória das vítimas na próxima terça (1º), quando a tragédia completará uma semana. “Sem dúvida é a maior tragédia de nossa história”, disse Key.

O chefe da polícia do condado de Canterbury, Dave Cliff, confirmou que 145 corpos foram recuperados.

As autoridades esperam que o saldo de mortes se eleve pouco a pouco, já que muitas vítimas estão debaixo de montanhas de escombros e metal retorcido pelo terremoto.

“Devem se preparar para o pior. Isto não irá se normalizar em poucos dias”, lamentou, dirigindo-se às famílias dos desabrigados, o prefeito de Christchurch, Bob Parker.

saiba mais Veja imagens da destruição provocada pelo terremoto Nova Zelândia declara estado de emergência após terremoto Nova Zelândia decreta toque de recolher em Christchurch Cinco dias depois da tragédia, a provisão elétrica se restabeleceu em quase todos os distritos, mas a maioria dos habitantes continua sem água potável e se sustenta com a ajuda dos serviços de emergência.

Cerca de 800 banheiros químicos foram espalhados pelos bairros com os encanamentos destruídos para evitar a propagação de doenças, enquanto os engenheiros indicaram que um terço da área metropolitana deverá ser posto a baixo para evitar mais desmoronamentos, pois réplicas do forte terremoto ainda ocorrem na região.

As equipes de resgate não detectam nenhum sinal de vida desde a quarta-feira, 24 horas após o tremor. Até 120 pessoas podem estar sepultadas dentro da sede da emissora local “CTV”, entre elas 60 estudantes e professores de uma escola de idiomas.     Do G1, com agências internacionais*

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