
A China defendeu nesta sexta-feira (21) uma "transição política unitária" e a preservação da "unidade nacional" e da "estabilidade social" na Líbia, um dia após a morte do ex-ditador Muammar Kadhafi .
"Esperamos que a Líbia possa iniciar, o mais cedo possível, um processo de transição política unitária, preservando sua unidade étnica e nacional, e mantendo a estabilidade social", declarou Jiang Yu, porta-voz da diplomacia chinesa. A China rejeitou a intervenção aérea da Otan na Líbia para apoiar a rebelião e durante o conflito declarou que a reconstrução deveria ser dirigida pelas Nações Unidas.
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