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Criar zona de exclusão aérea na Líbia requereria ataque prévio, dizem EUA

Criar zona de exclusão aérea na Líbia requereria ataque prévio, dizem EUA

Atualizado: Quarta-feira, 2 Março de 2011 as 3:41

Estabelecer uma zona de exclusão aérea na Líbia iria requerer um ataque para enfraquecer a defesa aérea do país, disse nesta quarta-feira (2) o secretário de Defesa dos Estados Unidos, Robert Gates, num momento em que o governo norte-americano intensifica a pressão pela renúncia do ditador da Líbia, Muammar Kadhafi.

"Vamos logo chamar uma espada de espada. Um zona de exclusão aérea começa com um ataque à Líbia para destruir suas defesas aéreas... e, então, pode-se sobrevoar o país e não se preocupar com a possibilidade de nossos rapazes serem derrubados", disse Gates, em uma audiência no Congresso.  

Embora o governo do presidente Barack Obama tenha dito que "todas as opções estão na mesa", os Estados Unidos podem estar relutantes em iniciar uma ação militar, já que estão tendo de arcar com os custos humanos e financeiros de duas longas e sangrentas guerras, no Iraque e Afeganistão.

Gates disse que uma zona de exclusão aérea na Líbia "também requer mais aviões do que se pode encontrar em apenas um porta-aviões, portanto, é uma grande operação em um país grande".    

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