
Um grupo ligado à rede terrorista da al-Qaeda, 'O Estado Islâmico do Iraque', pediu aos manifestantes egípcios que façam a 'jihad' (guerra santa) e estabeleçam um governo baseado na lei islâmica ('sharia'), informa o site de monitoração de endereços islâmicos (SITE), que tem sede nos EUA.
"O mercado da jihad está aberto no Egito, e as portas do martírio foram abertas. Todo homem em condições deve participar", afirma a mensagem do grupo terrorista. A declaração seria a primeira reação de militantes ligados à Al-Qaeda à atual crise no Egito, segundo o SITE. O país enfrenta protestos de rua há 16 dias, pedindo a saída do presidente Hosni Mubarak, que governa há 30 anos. Confrontos deixaram mais de 300 mortos e 5 mil feridos, segundo a ONU.
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