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Interino admite deixar poder em Honduras, se deposto não for restituído

Interino admite deixar poder em Honduras, se deposto não for restituído

Atualizado: Quinta-feira, 8 Outubro de 2009 as 12

O presidente interino de Honduras admitiu nesta quarta-feira, 7 de outubro, a possibilidade de deixar o poder, mas apenas se o presidente deposto desistir da exigência de ser restituído no cargo. Roberto Micheletti fez a declaração a uma missão de chanceleres da Organização dos Estados Americanos (OEA).

"Se eu sou obstáculo, me retiro, mas exijo que este senhor também fique de lado", disse Micheletti, se referindo a Manuel Zelaya.

O interino disse ainda que que haverá eleições presidenciais em novembro a menos "que nos invadam", durante um novo diálogo para tentar encerrar a crise política no país.

Os países da OEA disseram que não reconhecerão o vencedor das eleições se antes o presidente deposto, Manuel Zelaya, não for restituído na Presidência de Honduras.

Zelaya permanece abrigado na embaixada brasileira em Tegucigalpa desde que voltou clandestinamente ao país, há duas semanas.

Negociações

O governo interino e representantes do presidente deposto começaram nesta quarta uma rodada-chave de negociações sob a mediação de uma missão da OEA na tentativa de pôr fim a uma grave crise que divide o país. Durante a cerimônia inaugural da reunião, o secretário-geral da entidade, José Miguel Insulza, insistiu que a negociação deverá ter como ponto de partida o "Acordo de San José", estabelecido pelo presidente de Costa Rica, Oscar Arias.

Os principais pontos desta proposta incluem o retorno de Zelaya ao poder, a formação de um governo de unidade nacional e uma anistia para os crimes políticos supostamente cometidos pelos envolvidos no golpe de 28 de junho.

"Aqueles que pensaram que seria possível depor um presidente e normalizar a vida no país antes de iniciar uma campanha eleitoral devem perceber que isso não tem sido possível", disse Insulza.

Antes do encontro, policiais atiraram gás lacrimogêneo para dispersar pouco mais de cem manifestantes favoráveis a Zelaya, que marchavam em frente à embaixada norte-americana.

Honduras tem eleições presidenciais agendadas para 29 de novembro, mas críticos dizem que as restrições à imprensa e às aglomerações públicas impostas pelo presidente de facto hondurenho, Roberto Micheletti, significam que a campanha não será justa.

Apesar de já ter revogado o decreto de emergência nesta semana, a decisão só terá efeito quando publicada no diário oficial, o que até agora não se sabe quando acontecerá.

Micheletti pediu na noite de terça-feira uma negociação entre as partes do conflito, mas Zelaya voltou a expressar desconfiança em relação às verdadeiras intenções de seu rival, e insistiu que sua volta ao poder é inegociável.

"Meu governo convoca uma mesa de negociações para abordar com novo espírito os temas que de alguma maneira já foram objeto de consideração em documentos de trabalho no diálogo de San José", disse Micheletti em discurso em cadeia nacional de rádio e televisão sem citar o nome de Zelaya.

Zelaya, um empresário madeireiro de 57 anos, cuja surpreendente aproximação com o presidente venezuelano, Hugo Chávez, irritou tanto governistas quanto opositores, tem uma ordem de prisão contra si por supostamente ter violado a Constituição ao tentar abrir caminho para sua reeleição.

O presidente interino de Honduras admitiu nesta quarta-feira, 7 de outubro, a possibilidade de deixar o poder, mas apenas se o presidente deposto desistir da exigência de ser restituído no cargo. Roberto Micheletti fez a declaração a uma missão de chanceleres da Organização dos Estados Americanos (OEA).

"Se eu sou obstáculo, me retiro, mas exijo que este senhor também fique de lado", disse Micheletti, se referindo a Manuel Zelaya.

O interino disse ainda que que haverá eleições presidenciais em novembro a menos "que nos invadam", durante um novo diálogo para tentar encerrar a crise política no país.

Os países da OEA disseram que não reconhecerão o vencedor das eleições se antes o presidente deposto, Manuel Zelaya, não for restituído na Presidência de Honduras.

Zelaya permanece abrigado na embaixada brasileira em Tegucigalpa desde que voltou clandestinamente ao país, há duas semanas.

Negociações

O governo interino e representantes do presidente deposto começaram nesta quarta uma rodada-chave de negociações sob a mediação de uma missão da OEA na tentativa de pôr fim a uma grave crise que divide o país. Durante a cerimônia inaugural da reunião, o secretário-geral da entidade, José Miguel Insulza, insistiu que a negociação deverá ter como ponto de partida o "Acordo de San José", estabelecido pelo presidente de Costa Rica, Oscar Arias.

Os principais pontos desta proposta incluem o retorno de Zelaya ao poder, a formação de um governo de unidade nacional e uma anistia para os crimes políticos supostamente cometidos pelos envolvidos no golpe de 28 de junho.

"Aqueles que pensaram que seria possível depor um presidente e normalizar a vida no país antes de iniciar uma campanha eleitoral devem perceber que isso não tem sido possível", disse Insulza.

Antes do encontro, policiais atiraram gás lacrimogêneo para dispersar pouco mais de cem manifestantes favoráveis a Zelaya, que marchavam em frente à embaixada norte-americana.

Honduras tem eleições presidenciais agendadas para 29 de novembro, mas críticos dizem que as restrições à imprensa e às aglomerações públicas impostas pelo presidente de facto hondurenho, Roberto Micheletti, significam que a campanha não será justa.

Apesar de já ter revogado o decreto de emergência nesta semana, a decisão só terá efeito quando publicada no diário oficial, o que até agora não se sabe quando acontecerá.

Micheletti pediu na noite de terça-feira uma negociação entre as partes do conflito, mas Zelaya voltou a expressar desconfiança em relação às verdadeiras intenções de seu rival, e insistiu que sua volta ao poder é inegociável.

"Meu governo convoca uma mesa de negociações para abordar com novo espírito os temas que de alguma maneira já foram objeto de consideração em documentos de trabalho no diálogo de San José", disse Micheletti em discurso em cadeia nacional de rádio e televisão sem citar o nome de Zelaya.

Zelaya, um empresário madeireiro de 57 anos, cuja surpreendente aproximação com o presidente venezuelano, Hugo Chávez, irritou tanto governistas quanto opositores, tem uma ordem de prisão contra si por supostamente ter violado a Constituição ao tentar abrir caminho para sua reeleição.

O presidente interino de Honduras admitiu nesta quarta-feira, 7 de outubro, a possibilidade de deixar o poder, mas apenas se o presidente deposto desistir da exigência de ser restituído no cargo. Roberto Micheletti fez a declaração a uma missão de chanceleres da Organização dos Estados Americanos (OEA).

"Se eu sou obstáculo, me retiro, mas exijo que este senhor também fique de lado", disse Micheletti, se referindo a Manuel Zelaya.

O interino disse ainda que que haverá eleições presidenciais em novembro a menos "que nos invadam", durante um novo diálogo para tentar encerrar a crise política no país.

Os países da OEA disseram que não reconhecerão o vencedor das eleições se antes o presidente deposto, Manuel Zelaya, não for restituído na Presidência de Honduras.

Zelaya permanece abrigado na embaixada brasileira em Tegucigalpa desde que voltou clandestinamente ao país, há duas semanas.

Negociações

O governo interino e representantes do presidente deposto começaram nesta quarta uma rodada-chave de negociações sob a mediação de uma missão da OEA na tentativa de pôr fim a uma grave crise que divide o país. Durante a cerimônia inaugural da reunião, o secretário-geral da entidade, José Miguel Insulza, insistiu que a negociação deverá ter como ponto de partida o "Acordo de San José", estabelecido pelo presidente de Costa Rica, Oscar Arias.

Os principais pontos desta proposta incluem o retorno de Zelaya ao poder, a formação de um governo de unidade nacional e uma anistia para os crimes políticos supostamente cometidos pelos envolvidos no golpe de 28 de junho.

"Aqueles que pensaram que seria possível depor um presidente e normalizar a vida no país antes de iniciar uma campanha eleitoral devem perceber que isso não tem sido possível", disse Insulza.

Antes do encontro, policiais atiraram gás lacrimogêneo para dispersar pouco mais de cem manifestantes favoráveis a Zelaya, que marchavam em frente à embaixada norte-americana.

Honduras tem eleições presidenciais agendadas para 29 de novembro, mas críticos dizem que as restrições à imprensa e às aglomerações públicas impostas pelo presidente de facto hondurenho, Roberto Micheletti, significam que a campanha não será justa.

Apesar de já ter revogado o decreto de emergência nesta semana, a decisão só terá efeito quando publicada no diário oficial, o que até agora não se sabe quando acontecerá.

Micheletti pediu na noite de terça-feira uma negociação entre as partes do conflito, mas Zelaya voltou a expressar desconfiança em relação às verdadeiras intenções de seu rival, e insistiu que sua volta ao poder é inegociável.

"Meu governo convoca uma mesa de negociações para abordar com novo espírito os temas que de alguma maneira já foram objeto de consideração em documentos de trabalho no diálogo de San José", disse Micheletti em discurso em cadeia nacional de rádio e televisão sem citar o nome de Zelaya.

Zelaya, um empresário madeireiro de 57 anos, cuja surpreendente aproximação com o presidente venezuelano, Hugo Chávez, irritou tanto governistas quanto opositores, tem uma ordem de prisão contra si por supostamente ter violado a Constituição ao tentar abrir caminho para sua reeleição.

O presidente interino de Honduras admitiu nesta quarta-feira, 7 de outubro, a possibilidade de deixar o poder, mas apenas se o presidente deposto desistir da exigência de ser restituído no cargo. Roberto Micheletti fez a declaração a uma missão de chanceleres da Organização dos Estados Americanos (OEA).

"Se eu sou obstáculo, me retiro, mas exijo que este senhor também fique de lado", disse Micheletti, se referindo a Manuel Zelaya.

O interino disse ainda que que haverá eleições presidenciais em novembro a menos "que nos invadam", durante um novo diálogo para tentar encerrar a crise política no país.

Os países da OEA disseram que não reconhecerão o vencedor das eleições se antes o presidente deposto, Manuel Zelaya, não for restituído na Presidência de Honduras.

Zelaya permanece abrigado na embaixada brasileira em Tegucigalpa desde que voltou clandestinamente ao país, há duas semanas.

Negociações

O governo interino e representantes do presidente deposto começaram nesta quarta uma rodada-chave de negociações sob a mediação de uma missão da OEA na tentativa de pôr fim a uma grave crise que divide o país. Durante a cerimônia inaugural da reunião, o secretário-geral da entidade, José Miguel Insulza, insistiu que a negociação deverá ter como ponto de partida o "Acordo de San José", estabelecido pelo presidente de Costa Rica, Oscar Arias.

Os principais pontos desta proposta incluem o retorno de Zelaya ao poder, a formação de um governo de unidade nacional e uma anistia para os crimes políticos supostamente cometidos pelos envolvidos no golpe de 28 de junho.

"Aqueles que pensaram que seria possível depor um presidente e normalizar a vida no país antes de iniciar uma campanha eleitoral devem perceber que isso não tem sido possível", disse Insulza.

Antes do encontro, policiais atiraram gás lacrimogêneo para dispersar pouco mais de cem manifestantes favoráveis a Zelaya, que marchavam em frente à embaixada norte-americana.

Honduras tem eleições presidenciais agendadas para 29 de novembro, mas críticos dizem que as restrições à imprensa e às aglomerações públicas impostas pelo presidente de facto hondurenho, Roberto Micheletti, significam que a campanha não será justa.

Apesar de já ter revogado o decreto de emergência nesta semana, a decisão só terá efeito quando publicada no diário oficial, o que até agora não se sabe quando acontecerá.

Micheletti pediu na noite de terça-feira uma negociação entre as partes do conflito, mas Zelaya voltou a expressar desconfiança em relação às verdadeiras intenções de seu rival, e insistiu que sua volta ao poder é inegociável.

"Meu governo convoca uma mesa de negociações para abordar com novo espírito os temas que de alguma maneira já foram objeto de consideração em documentos de trabalho no diálogo de San José", disse Micheletti em discurso em cadeia nacional de rádio e televisão sem citar o nome de Zelaya.

Zelaya, um empresário madeireiro de 57 anos, cuja surpreendente aproximação com o presidente venezuelano, Hugo Chávez, irritou tanto governistas quanto opositores, tem uma ordem de prisão contra si por supostamente ter violado a Constituição ao tentar abrir caminho para sua reeleição.

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