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Israel detém chefe do Movimento Islâmico por distúrbios

Israel detém chefe do Movimento Islâmico por distúrbios

Atualizado: Terça-feira, 6 Outubro de 2009 as 12

Policiais israelenses respondem lançamento de gás vindo de palestinos em Kalandia, no limite com a Cisjordânia nesta terça (6)

A polícia israelense deteve nesta terça (6) em Jerusalém Oriental o chefe da facção norte do Movimento Islâmico neste país, Raed Salaj, por supostamente incitar os distúrbios dos últimos dias na Esplanada das Mesquitas.

A detenção aconteceu no bairro árabe de Wadi el Joz, na parte oriental da cidade e perante a presença de cerca de 30 simpatizantes.

A detenção de Salaj foi decidida após as consultas mantidas entre o chefe da polícia, Dudi Cohen, a Procuradoria do Estado e o Comandante da Polícia do Distrito de Jerusalém, Aharon Franco.

Salaj é investigado atualmente por sete causas e há contra ele ordens de afastamento tanto da Cidade Antiga de Jerusalém quanto da própria da cidade santa.

O detido deve ser convocado a depor perante o juiz da magistratura de Jerusalém ainda hoje.

Esplanada das Mesquitas

A Organização para a Libertação da Palestina (OLP) afirmou hoje, ao se referir aos recentes distúrbios em torno da Esplanada das Mesquitas, que Israel está acendendo fósforos que podem incendiar Jerusalém.

''Israel, em vez de tomar medidas para aplacar a situação, acende fósforos com a esperança de provocar um incêndio e aumentar deliberadamente a tensão na Jerusalém Oriental ocupada'', informa em nota o chefe da equipe negociadora da OLP, Saeb Erekat.

Para o líder palestino, a situação ganha contornos ainda mais graves devido ''ao vazio criado pela ausência de um processo de paz confiável'' e ''que, em vez de novos assentamentos, ofereça esperança ao povo''.

Segundo Erekat, Jerusalém está diante de uma situação ''extremamente perigosa''.

Na última semana, vários incidentes entre palestinos e policiais israelenses foram registrados em Jerusalém Oriental. Neles, vários agentes ficaram feridos e mais de 50 manifestantes foram detidos.

A tensão explodiu em 27 de setembro, quando um grupo de israelenses, apesar do acesso restrito à área, visitou a Esplanada das Mesquitas.

O local, que abriga as Mesquitas de al Aqsa e de Omar, é o terceiro mais sagrado para os muçulmanos, depois de Meca e Medina. Mas o governo da Autoridade Nacional Palestina (ANP) acusa o Estado israelense de tentar ''judaizá-lo''.

Policiais israelenses respondem lançamento de gás vindo de palestinos em Kalandia, no limite com a Cisjordânia nesta terça (6)

A polícia israelense deteve nesta terça (6) em Jerusalém Oriental o chefe da facção norte do Movimento Islâmico neste país, Raed Salaj, por supostamente incitar os distúrbios dos últimos dias na Esplanada das Mesquitas.

A detenção aconteceu no bairro árabe de Wadi el Joz, na parte oriental da cidade e perante a presença de cerca de 30 simpatizantes.

A detenção de Salaj foi decidida após as consultas mantidas entre o chefe da polícia, Dudi Cohen, a Procuradoria do Estado e o Comandante da Polícia do Distrito de Jerusalém, Aharon Franco.

Salaj é investigado atualmente por sete causas e há contra ele ordens de afastamento tanto da Cidade Antiga de Jerusalém quanto da própria da cidade santa.

O detido deve ser convocado a depor perante o juiz da magistratura de Jerusalém ainda hoje.

Esplanada das Mesquitas

A Organização para a Libertação da Palestina (OLP) afirmou hoje, ao se referir aos recentes distúrbios em torno da Esplanada das Mesquitas, que Israel está acendendo fósforos que podem incendiar Jerusalém.

''Israel, em vez de tomar medidas para aplacar a situação, acende fósforos com a esperança de provocar um incêndio e aumentar deliberadamente a tensão na Jerusalém Oriental ocupada'', informa em nota o chefe da equipe negociadora da OLP, Saeb Erekat.

Para o líder palestino, a situação ganha contornos ainda mais graves devido ''ao vazio criado pela ausência de um processo de paz confiável'' e ''que, em vez de novos assentamentos, ofereça esperança ao povo''.

Segundo Erekat, Jerusalém está diante de uma situação ''extremamente perigosa''.

Na última semana, vários incidentes entre palestinos e policiais israelenses foram registrados em Jerusalém Oriental. Neles, vários agentes ficaram feridos e mais de 50 manifestantes foram detidos.

A tensão explodiu em 27 de setembro, quando um grupo de israelenses, apesar do acesso restrito à área, visitou a Esplanada das Mesquitas.

O local, que abriga as Mesquitas de al Aqsa e de Omar, é o terceiro mais sagrado para os muçulmanos, depois de Meca e Medina. Mas o governo da Autoridade Nacional Palestina (ANP) acusa o Estado israelense de tentar ''judaizá-lo''.

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