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Jovem presa a 'colar-bomba' na Austrália é libertada após 9 horas

Jovem presa a 'colar-bomba' na Austrália é libertada após 9 horas

Atualizado: Quarta-feira, 3 Agosto de 2011 as 3:42

A polícia de Sidney, na Austrália, anunciou nesta quarta (3) que a jovem de 18 anos que era ameaçada com um "colar-bomba" no que pode se tratar de uma tentativa de extorsão já está a salvo após ter sido libertada do suposto explosivo, segundo o site "News.com.au".

O aparato está sob investigação da polícia, que ainda não determinou se o conteúdo é de fato explosivo.

Segundo descrição do comissário assistente de polícia, Mark Murdoch, se trata de um "equipamento muito elaborado". Ele afirmou que a mulher teve que ficar em uma posição desconfortável por um longo período antes de ser solta, mas se recusou a dizer se o aparato estava de fato amarrado a seu pescoço.

O jornal "Herald Sun" identificou a jovem como Madeleine Pulver, filha de William e Belinda Pulver, um dos casais mais ricos de Sidney.

De acordo com jornais locais, a jovem estava em pânico quando a polícia chegou à sua casa e encontrou o aparato amarrado ao pescoço dela, com um bilhete exigindo o pagamento de uma grande quantia de seu pai, que é milionário. Assim que perceberam a gravidade da situação, os policiais chamaram uma equipe especializada em explosivos.

Policial usando equipamentos de proteção contra explosivos é visto em frente

à casa no bairro de Mosman (Foto: Tim Wimborne/Reuters)

  A polícia de Sidney informou que foi chamada a uma casa no bairro de Mosman, um dos mais ricos da cidade, por volta de 14h30 no horário local (3h30 de Brasília). A notícia de que ela estava a salvo só foi divulgada depois de 00h de quinta (4) na Austrália x, 11h desta quarta (3) no horário de Brasília.

A polícia trabalha agora na busca de suspeitos. Segundo o jornal "Adelaide Now", houve relatos de que um homem foi visto invadindo a casa pouco antes de começar o tumulto em frente ao local.

Murdoch se recusou a comentar sobre o suposto bilhete deixado pelos ladrões, e afirmou que ainda é muito cedo para atestar que se tratou de uma tentativa de extorsão.            

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