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Justiça da Itália derruba imunidade de Silvio Berlusconi

Justiça da Itália derruba imunidade de Silvio Berlusconi

Atualizado: Quarta-feira, 7 Outubro de 2009 as 12

A Justiça da Itália derrubou nesta quarta-feira, 7 de dezembro, uma lei que garantia imunidade ao premiê Silvio Berlusconi. Na prática, ela reabre os processos contra o primeiro-ministro.

Por meio de seu porta-voz, Paolo Bonaiuti, Berlusconi disse que a decisão foi motivada politicamente e que seguirá governando normalmente.

Mais tarde, o próprio Berlusconi qualificou a corte como um "órgão político" dominado pela esquerda.

O "Laudo Alfano" havia sido aprovado pelo Parlamento em 22 de julho de 2008, em meio a protestos da oposição, que considerou o texto feito sob medida para os interesses de Berlusconi.

Na decisão desta quarta, a principal corte italiana argumentou que a lei viola o princípio constitucional de que todos os cidadãos são iguais perante a lei.

Os 15 juízes da Corte Constitucional também disseram que a imunidade dos quatro cargos mais importantes do estado deve ser garantida por meio de uma lei constitucional e não de uma lei ordinária.

Com a decisão da Corte Constitucional, todos os processos judiciais contra Berlusconi serão desbloqueados, entre eles o julgamento por corrupção por ter supostament esubornado com US$ 600mil o advogado inglês David Mills para que desse um falso testemunho em dois processos contra ele.

Esse processo havia sido suspenso, assim como outro pela suposta compra ilegal de direitos televisivos por parte da Mediaset, também propriedade do primeiro-ministro.

A decisão gerou várias reações de membros do governo, que manifestaram apoio ao premiê.

O líder oposicionista Antonio Di Pietro pediu a renúncia do premiê.

Segunda tentativa

É a segunda vez que o tribunal derruba a tentativa do polêmico premiê de tentar a imunidade. A primeira havia sido em 2004.

O polêmico premiê, de 73, também é alvo de um escândalo sexual por supostamente ter promovido festas com a presença de prostitutas.

A Justiça da Itália derrubou nesta quarta-feira, 7 de dezembro, uma lei que garantia imunidade ao premiê Silvio Berlusconi. Na prática, ela reabre os processos contra o primeiro-ministro.

Por meio de seu porta-voz, Paolo Bonaiuti, Berlusconi disse que a decisão foi motivada politicamente e que seguirá governando normalmente.

Mais tarde, o próprio Berlusconi qualificou a corte como um "órgão político" dominado pela esquerda.

O "Laudo Alfano" havia sido aprovado pelo Parlamento em 22 de julho de 2008, em meio a protestos da oposição, que considerou o texto feito sob medida para os interesses de Berlusconi.

Na decisão desta quarta, a principal corte italiana argumentou que a lei viola o princípio constitucional de que todos os cidadãos são iguais perante a lei.

Os 15 juízes da Corte Constitucional também disseram que a imunidade dos quatro cargos mais importantes do estado deve ser garantida por meio de uma lei constitucional e não de uma lei ordinária.

Com a decisão da Corte Constitucional, todos os processos judiciais contra Berlusconi serão desbloqueados, entre eles o julgamento por corrupção por ter supostament esubornado com US$ 600mil o advogado inglês David Mills para que desse um falso testemunho em dois processos contra ele.

Esse processo havia sido suspenso, assim como outro pela suposta compra ilegal de direitos televisivos por parte da Mediaset, também propriedade do primeiro-ministro.

A decisão gerou várias reações de membros do governo, que manifestaram apoio ao premiê.

O líder oposicionista Antonio Di Pietro pediu a renúncia do premiê.

Segunda tentativa

É a segunda vez que o tribunal derruba a tentativa do polêmico premiê de tentar a imunidade. A primeira havia sido em 2004.

O polêmico premiê, de 73, também é alvo de um escândalo sexual por supostamente ter promovido festas com a presença de prostitutas.

A Justiça da Itália derrubou nesta quarta-feira, 7 de dezembro, uma lei que garantia imunidade ao premiê Silvio Berlusconi. Na prática, ela reabre os processos contra o primeiro-ministro.

Por meio de seu porta-voz, Paolo Bonaiuti, Berlusconi disse que a decisão foi motivada politicamente e que seguirá governando normalmente.

Mais tarde, o próprio Berlusconi qualificou a corte como um "órgão político" dominado pela esquerda.

O "Laudo Alfano" havia sido aprovado pelo Parlamento em 22 de julho de 2008, em meio a protestos da oposição, que considerou o texto feito sob medida para os interesses de Berlusconi.

Na decisão desta quarta, a principal corte italiana argumentou que a lei viola o princípio constitucional de que todos os cidadãos são iguais perante a lei.

Os 15 juízes da Corte Constitucional também disseram que a imunidade dos quatro cargos mais importantes do estado deve ser garantida por meio de uma lei constitucional e não de uma lei ordinária.

Com a decisão da Corte Constitucional, todos os processos judiciais contra Berlusconi serão desbloqueados, entre eles o julgamento por corrupção por ter supostament esubornado com US$ 600mil o advogado inglês David Mills para que desse um falso testemunho em dois processos contra ele.

Esse processo havia sido suspenso, assim como outro pela suposta compra ilegal de direitos televisivos por parte da Mediaset, também propriedade do primeiro-ministro.

A decisão gerou várias reações de membros do governo, que manifestaram apoio ao premiê.

O líder oposicionista Antonio Di Pietro pediu a renúncia do premiê.

Segunda tentativa

É a segunda vez que o tribunal derruba a tentativa do polêmico premiê de tentar a imunidade. A primeira havia sido em 2004.

O polêmico premiê, de 73, também é alvo de um escândalo sexual por supostamente ter promovido festas com a presença de prostitutas.

A Justiça da Itália derrubou nesta quarta-feira, 7 de dezembro, uma lei que garantia imunidade ao premiê Silvio Berlusconi. Na prática, ela reabre os processos contra o primeiro-ministro.

Por meio de seu porta-voz, Paolo Bonaiuti, Berlusconi disse que a decisão foi motivada politicamente e que seguirá governando normalmente.

Mais tarde, o próprio Berlusconi qualificou a corte como um "órgão político" dominado pela esquerda.

O "Laudo Alfano" havia sido aprovado pelo Parlamento em 22 de julho de 2008, em meio a protestos da oposição, que considerou o texto feito sob medida para os interesses de Berlusconi.

Na decisão desta quarta, a principal corte italiana argumentou que a lei viola o princípio constitucional de que todos os cidadãos são iguais perante a lei.

Os 15 juízes da Corte Constitucional também disseram que a imunidade dos quatro cargos mais importantes do estado deve ser garantida por meio de uma lei constitucional e não de uma lei ordinária.

Com a decisão da Corte Constitucional, todos os processos judiciais contra Berlusconi serão desbloqueados, entre eles o julgamento por corrupção por ter supostament esubornado com US$ 600mil o advogado inglês David Mills para que desse um falso testemunho em dois processos contra ele.

Esse processo havia sido suspenso, assim como outro pela suposta compra ilegal de direitos televisivos por parte da Mediaset, também propriedade do primeiro-ministro.

A decisão gerou várias reações de membros do governo, que manifestaram apoio ao premiê.

O líder oposicionista Antonio Di Pietro pediu a renúncia do premiê.

Segunda tentativa

É a segunda vez que o tribunal derruba a tentativa do polêmico premiê de tentar a imunidade. A primeira havia sido em 2004.

O polêmico premiê, de 73, também é alvo de um escândalo sexual por supostamente ter promovido festas com a presença de prostitutas.

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