
O ex-presidente do Egito, Hosni Mubarak (Foto: Amr Abdallah Dalsh/Reuters)
O Ministério Público egípcio anunciou nesta terça-feira (10) sua decisão de prolongar por mais 15 dias a prisão preventiva do ex-presidente Hosni Mubarak.
A justiça egípcia explicou que sua decisão foi tomada em prol da investigação sobre a repressão da rebelião popular contra o regime de Mubarak, deposto no começo do ano.
O procurador geral Abdel Meguid Mahmud "ordenou a prisão preventiva do ex-presidente Hosni Mubarak por outros quinze dias, que começarão a contar a partir do fim do período de detenção atual", em 12 de maio, segundo um comunicado.
O porta-voz da procuradoria indicou que uma equipe de investigadores foi nesta terça-feira ao hospital de Sharm el Seikh onde Mubarak permanece internado, para dar prosseguimento ao interrogatório. Mubarak, que foi destituído em 11 de fevereiro após três décadas no cargo, está sendo interrogado como parte de investigações sobre a morte de manifestantes e o desvio de fundos públicos. Ele negou as acusações.
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