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Mulher adota filha biológica mais de 40 anos após sequestro por babá

Mulher adota filha biológica mais de 40 anos após sequestro por babá

Atualizado: Quinta-feira, 14 Julho de 2011 as 1:51

O presidente da Câmara, Marco Maia (PT-RS), apresentou nesta quinta-feira (14) balanço das ações da Casa no primeiro semestre e falou dos desafios que virão até o final do ano. Para Maia, um dos “problemas” que terá de administrar nos próximos meses será instalar na Câmara a bancada do PSD, partido criado pelo prefeito de São Paulo, Gliberto Kassab, com dissidentes da oposição.

O PSD ainda depende da obtenção do registro junto ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para poder atuar no Congresso. Segundo Maia, o novo partido terá entre 45 a 50 deputados e precisará de estrutura como a disponibilização de salas e abertura de novos cargos para assessorias especiais. Como a estrutura da Câmara já estaria no limite, Maia afirma que será um desafio encontrar espaço na Casa.

“O PSD chega com força à Câmara. As projeções todas dessa semana davam conta de que ele terá uma bancada de 45 a 50 deputados. Vamos analisar a questão da estrutura à luz do regimento. É obvio que teremos problema. Não é um partido que chega com dez, é um partido que chega com quase 50 deputados. Ninguém pode imaginar que o PSD vá passar três anos e meio sem ter assessoria, espaço e condições para trabalhar e executar tarefas enquanto bancada. O PSD terá que ter tratamento diferenciado, para ter atuação organizada dentro da Casa”, disse Maia.

O presidente da Câmara afirmou ainda que o novo partido vai ajudar a consolidar a base de apoio ao governo da presidente Dilma Rousseff na Casa. “O PSD vem para compor a base do governo. Se isso se transformar em realidade, vai ampliar ainda mais a base de sustentação da presidente Dilma Rousseff na Casa, porque boa parte dos deputados que vem para o PSD são de oposição”, avaliou Maia.

Balanço

Maia apresentou números do primeiro semestre de atuação da Câmara. Foram 184 sessões no plenário da Casa nas quais foram aprovados 89 projetos de lei. Na primeira metade do ano, segundo Maia, a Câmara votou 25 medidas provisórias e acabou deixando para a segunda parte do ano questões polêmicas como a proposta de emenda à Constituição (PEC) 300, proposta que estabelece um piso nacional para policiais, a emenda 29, que regulamenta repasses da saúde, e o debate da redistribuição dos royalties do pré-sal.            

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