
O premiê britânico, David Cameron, pediu nesta segunda-feira (28) a renúncia do ditador da Líbia , Muammar Kadhafi, e disse que todas as opções, inclusive as militares, estão sendo analisadas para pressioná-lo.
"Nós de maneira nenhuma descartamos o uso de recursos militares", disse ao Parlamento.
Cameron também afirmou que o Reino Unido vai trabalhar com seus aliados europeus para criar uma zona de exclusão aérea sobre a Líbia. O premiê também estimulou integrantes do regime de Kadhafi, no poder desde 1969, a desertarem. O isolamento de Kadhafi cresce, depois que a revolta, iniciada na cidade de Benghazi, no leste, se espalharam e chegaram à capital, Trípoli.
Até agora, Kadhafi afirmou que não iria negociar e resistiria até "a última gota de sangue". Mas, nesta segunda, fontes informaram que ele mandaria um negociador ao leste do país.
A pressão diplomática internacional pela sua saída imediata cresce, com anúncio de sanções por parte dos EUA, da União Europeia e da ONU.
O Pentágono afirmou que está reposicionando suas forças navais e aéreas na região, para ter "flexibilidade" quando "decisões forem tomadas".
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