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República Centro-Africana tem crise humanitária, diz organização

República Centro-Africana tem crise humanitária, diz organização

Atualizado: Terça-feira, 13 Dezembro de 2011 as 4:16

O país localizado no coração da África, entre as regiões voláteis da República Democrática do Congo, Chade e Sudão do Sul, enfrenta uma crise grave de saúde, que se reflete no aumento da taxa de mortalidade a níveis emergenciais. As informações foram divulgadas nesta terça-feira (13) num relatório da organização Médicos Sem Fronteiras sobre o país. O grupo fez uma pesquisa de 18 meses que mostrou que as taxas de mortalidade estão três vezes maiores do que os limites emergenciais, e requerem assistência humanitária imediata.

A expectativa de vida no país é de 48 anos, a segunda menor do mundo. A Malária é considerada uma doença endêmica no país, e todos os habitantes são infectados pelo menos uma vez por ano.

Crianças esperam em clínica de nutrição dos Médicos Sem Fronteiras, em Paoua, em foto de 2007 (Foto: AFP)  

Segundo o relatório, "o excesso de mortalidade é atribuído principalmente a uma taxa de prevalência de doenças evitáveis &S203;&S203;e tratáveis&S203;&S203;, como malária, diarreia e infecções respiratórias. Também se relaciona ao subdesenvolvimento crônico e à fraqueza do sistema de saúde do país, particularmente em regiões que são os menos expostas à violência e ao conflito."      

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