Em São Paulo, Metrô mantêm greve e linhas seguem paralisadas

Em São Paulo, Metrô mantêm greve e linhas seguem paralisadas

Fonte: Terra.comAtualizado: sexta-feira, 6 de junho de 2014 às 11:17
Com a greve do Metrô, acesso à estação Corinthians-Itaquera amanheceu fechado nesta sexta-feira
Com a greve do Metrô, acesso à estação Corinthians-Itaquera amanheceu fechado nesta sexta-feira

greve no metroAssim como aconteceu ontem, as linhas 1 – Azul, 2 – Verde, 3 – Vermelha e 5 – Lilás do Metrô de São Paulo amanheceram paralisadas nesta sexta-feira, em decorrência da greve dos metroviários. Apenas a linha 4 – Amarela, de iniciativa privada, começou a operar no horário normal. Aproximadamente às 5h30, os trens da linha 5 – Lilás começaram a circular.

Na estação Corinthians-Itaquera, que atende as linhas 3 - Vermelha, do Metrô, e 11 - Coral, da CPTM, os usuários não puderam nem mesmo chegar até os portões de entrada. Por medida de segurança, as escadas que dão acesso o terminal já estavam fechadas.

Na noite de ontem, a Companhia do Metropolitano de São Paulo (Metrô) divulgou nota por conta da greve, em que aponta a paralisação como "uma demonstração de crueldade com os 4,5 milhões de usuários" e um "desrespeito à Justiça do Trabalho". A empresa disse que a decisão de manter a greve "impõe mais um dia de sofrimento covarde à população" e chama o sindicato da categoria de "irresponsável". Segundo o Metrô, a decisão sobre o reajuste dos trabalhadores "já está nas mãos da Justiça".

O Núcleo de Conciliação do Tribunal Regional do Trabalho manteve a liminar que determina a manutenção de 100% do funcionamento do Metrô nos horários de pico (das 6h às 9h e das 16h às 19h) e de 70% nos demais horários de operação. O descumprimento da ordem judicial culminará em aplicação de multa diária de R$ 100 mil. A desembargadora Rilma Aparecida Hemetério, vice-presidente do TRT, que presidiu a reunião, recomendou que o Sindicato dos Metroviários mantenha a cláusula de paz acertada durante as negociações.

Antes disso, houve nova audiência de conciliação entre o Metrô e o Sindicato dos Metroviários, pelo fim da greve. No entanto, a reunião entre as partes, que aconteceu no Tribunal Regional do Trabalho da 2ª Região, na região central da capital, terminou sem acordo.

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