
O espólio do cantor Michael Jackson já faturou US$ 310 milhões desde a morte dele, em 2009, segundo documentos judiciais apresentados na quinta-feira. O dinheiro é oriundo da venda de discos, de um filme, de merchandising e de outros produtos.
Os inventariantes usaram US$ 159 milhões para pagar dívidas deixadas pelo cantor, que morreu devendo mais de US$ 400 milhões, segundo os documentos.
"Embora ainda restem pleitos não resolvidos de credores, litígios pendentes e questões empresariais, tributárias e jurídicas adicionais, e o espólio ainda não esteja em condições de ser encerrado, os inventariantes fizeram um progresso substancial na redução da dívida do espólio", afirmaram os documentos.
Esses registros foram divulgados como parte dos procedimentos de legitimação do espólio, e são o relato contábil mais detalhado já feito sobre o patrimônio póstumo do cantor até 31 de dezembro de 2010.
Os beneficiários do espólio são os filhos de Jackson, a mãe dele e várias entidades beneficentes. Em testamento, Jackson --morto em junho de 2009, vítima de uma overdose de medicamentos-- nomeou o advogado John Branca e o executivo musical John McClain como inventariantes.
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