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Homem tem 60% do corpo queimado em ônibus incendiado no Rio

Homem tem 60% do corpo queimado em ônibus incendiado no Rio

Atualizado: Quinta-feira, 25 Novembro de 2010 as 4:32

Um homem não identificado teve cerca de 60% do corpo queimados em outro  incêndio em  ônibus na Tijuca, na Zona Norte do Rio, segundo bombeiros do quartel da Tijuca. A vítima estaria num ônibus da linha 409, que foi destruído pelo fogo na Rua José Higino, na altura do número 677.

A vítima foi levada para o Hospital do Andaraí. Não há informações sobre seu estado de saúde.

Fogo em ônibus na Tijuca

O veículo estava Rua Bom Pastor, esquina com a Rua Sabóia Lima, Tijuca, na Zona Norte do Rio . O veículo estava perto do ponto final, que também fica próximo ao Morro do Salgueiro.

São pelo menos 18 os veículos incendiados somente nesta quinta-feira. Depois do último balanço da PM, que indicava 14 veículos queimados até as 11h30, mais três ônibus e uma van foram incendiados. O balanço apontou ainda que, desde domingo, foram 55 veículos queimados, 55 presos, 121 detidos, 29 armas curtas, 11 fuzis, 2 espingardas e 5 granadas apreendidos.

Santa Cruz , na Zona Oeste, e São Gonçalo , na Região Metropolitana, também foram alvos de ataques a veículos nesta quinta.

Policial ferido

Um policial ficou ferido no confronto com traficantes na Vila Cruzeiro, na Penha, no subúrbio do Rio, no início da tarde desta quinta-feira (25). Segundo a polícia, ele foi atingido no braço numa localidade conhecida como Pedra do Sapo.

Mais cedo, um jovem de 21 anos também ficou ferido na região . Ele foi alvejado na nádega.

A polícia entrou nesta quinta na Vila Cruzeiro para prender criminosos que, segundo serviços de inteligência, deixaram comunidades pacificadas pelas chamadas UPPs, as Unidades de Polícia Pacificadora.

A ação da polícia foi liderada pelo Bope, o Batalhão de Operações Especiais, usou ao menos 150 homens e teve o apoio da Marinha, que cedeu seis blindados.   Desde domingo, o Rio de Janeiro vive uma onda de violência, com arrastões, veículos queimados e ataques a forças de segurança. Segundo o governo do Rio, é uma reação à política das UPPs, quando a polícia ocupa áreas antes dominadas por criminosos. Desde 2008, 13 dessas unidades foram instaladas na cidade.  

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