
A executiva paulista do PSDB elegeu na noite desta quinta-feira (12) a nova composição para o comando do diretório estadual. Após falta de consenso para eleger a diretoria no sábado passado, os tucanos entraram em acordo e acabaram elegendo a única chapa que concorria.
O deputado estadual Pedro Tobias já havia sido eleito para a presidência do diretório, mas os demais cargos da executiva ficaram em aberto.
A princípio havia um acordo entre o ex-governador José Serra, que tem ao seu lado os deputados federais da sigla, e o governador Geraldo Alckmin, que tem como aliados os deputados estaduais. O combinado era que Vaz de Lima, aliado de Serra, fosse o secretário-geral. No entanto, o atual secretário, César Gontijo, se candidatou à reeleição, causando uma divergência entre as lideranças.
Nesta quarta-feira (11), Vaz de Lima anunciou a retirada de sua candidatura, impulsionando o acordo atual. "Não entrei para disputar, não tinha disputa. Deram um caráter de disputa ao que não tinha. Não há nenhum ressentimento", disse Vaz de Lima nesta quinta.
Geraldo Alckmin compareceu ao evento, dizendo que ficou feliz com a escolha da executiva e que o Brasil está "precisando de partidos com idealismo". José Serra chegou pouco depois de Alckmin e enfatizou a responsabilidade dos membros em fazer uma boa gestão.
Crise interna
Durante convenção para eleger a executiva estadual do PSDB em São Paulo no último sábado, as principais lideranças do partido negaram que haja uma crise interna, um mês após seis vereadores do partido deixarem a legenda por divergências com o diretório municipal.
Na ocasião, José Serra minimizou a saída dos vereadores do partido. "Foi um episódio localizado o encaminhamento dessas pessoas no diretorio da capital. É normal na vida partidária que existam desentendimentos e desenlaces desse tipo."
Fointe: g1
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