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Tentativa de assalto deixa professora morta em Campinas

Tentativa de assalto deixa professora morta em Campinas

Atualizado: Quarta-feira, 4 Dezembro de 2013 as 6

morte
Uma professora de 52 anos morreu após ser baleada durante uma tentativa de assalto na manhã desta quarta-feira (4) no bairro Terra Nova, no distrito de Barão Geraldo, em Campinas (SP). Ninguém foi preso.
 
Segundo informações da Polícia Militar, a vítima deixava a residência em um carro modelo J3 quando três criminosos, em um Celta, tentaram assaltar a professora e o marido dela, que abria o portão da casa.
 
O marido da vítima, Moisés Ferreira dos Santos, conta que suspeitou da movimentação na rua ao levar os cachorros da família para passear e fechou o portão da casa após recolher um dos animais de estimação. "Quando eu fui buscar o outro cachorrinho, ela já tinha aberto o portão. Ela não costuma fazer isso. Ela demora pra sair e eu falava pra ela não dar bandeira", disse.
 
Ao avistarem o marido da vítima no portão, os criminosos apontaram a arma e fizeram sinal para que ele ficasse calado. "Eu fiz sinal pra mostrar que ela estava lá dentro, mas ele já estava com a arma apontada. Ela gritou e já atiraram", relembra. Santos chegou a levar a mulher até o Hospital de Clínicas (HC) da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), mas ela não resistiu aos ferimentos e morreu.
 
Investigação
Segundo o delegado titular do 7º Distrito Policial, Cassio Piazolli, responsável pela investigação do crime, a Polícia Civil busca imagens de câmeras de segurança do possível o trajeto de fuga dos assaltantes. Além disso, ele pretende convocar as testemunhas para prestar esclarecimentos nesta semana.
 
O delegado informou ainda que há pelo menos um ano não foram feitas ocorrências de latrocínio, isto é, roubo seguido de morte, no distrito de Barão Geraldo. "Aquela região não registra tantos casos de crimes, mas quando tem uma tragédia dessas, o trauma é bem maior. O caso chama atenção porque é um caso grave e trágico. Ela estava saindo pra trabalhar e o marginal tira a vida da vítima por um bem material", afirma Piazolli.
 

 

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