
ara escapar do trânsito de São Paulo, moradores da zona oeste que conhecem os meandros da USP lotam com seus carros as vagas de um trecho de uma das avenidas da Cidade Universitária, diariamente.
Depois de estacionar, eles saem a pé pelo portão de pedestres que dá para a marginal, cruzam a ponte sobre o rio Pinheiros e pegam o trem na estação Cidade Universitária. Uma das vantagens é conseguir vaga com mais facilidade e fugir do trânsito na marginal Pinheiros, segundo os motoristas.
O portão de pedestres da USP tem uma guarita mantida pela universidade. Há um funcionário lá, mas não existe nenhum tipo de controle de quem passa por ali.
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