
Um recente levantamento da consultoria em recursos humanos Manpower apontou que, no Brasil, mais de metade das empresas restringe o acesso às redes sociais. A principal justificativa para essa postura resistente está no medo das organizações lidarem com algo ainda desconhecido, de acordo com o consultor sênior da TGT Consult, Waldir Arevolo.
"As pessoas não entendem o que é, para o que serve e nem como esses ambientes podem ajudar a companhia. Com isso, focam só focadas nas ameaças que eles podem representar", explica o especialista, ao apontar que essa posição pode ter efeitos negativos para as organizações.
Para Arevolo, quando as companhias restringem totalmente o acesso às rede sociais correm riscos que hoje desconhecem."A ausência ou o 'silêncio' pode representar um péssimo sinal. Pois a empresa deixa de ouvir, de se comunicar, de interagir e de evoluir" alerta o especialista, que acrescenta: "Isso não quer dizer que as empresas devem liberar totalmente o acesso, mas precisam escolher as redes que fazem mais sentido para o seu negócio."
Boa parte da mudança de atitude das empresas depende do CIO ou do gestor de TI, que deve funcionar como um facilitador, no sentido de traduzir as funcionalidades das ferramentas em oportunidades de negócio para a empresa. Mas a decisão de acesso a esses ambientes, segundo o consultor, precisa do envolvimento dos demais executivos da organização e, principalmente, da criação de políticas claras sobre o comportamento dos profissionais nos ambientes sociais.
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