
Fazemos promessas de mudar, mas algo dentro de nós muda as nossas promessas.
Somos campos cheios de pedras, espinhos e pássaros, acolhendo sementes que não deixaremos brotar.
Desejamos ser mais transparentes, ou discretos. Muito mais leves, ou maduros. Talvez um pouco mais divertidos.
E, no entanto, diante da realidade da vida, entramos nos mesmos buracos, saltamos os muros de sempre, gritamos as desculpas já decoradas.
Vemos novos caminhos, mas os pés retornam as trilhas do dia a dia.
O não está na ponta da língua, mas é o sim que sai da boca, vivo e forte, abrindo as portas que acabamos de fechar com o esforço da reflexão.
Quem disse que é fácil ser outro? Quem realmente sabe transformar tudo o que já vivemos em um verdadeiro passado?
Tropeçamos nos defeitos que achávamos ter superado e, surpresos, descobrimos feridas dentro das cicatrizes.
Pode um Leopardo, sozinho, ausentar-se das manchas de seu corpo?
Não, não pode.
Se não reconhecermos nossa incapacidade de metamorfosear a mente, nunca buscaremos o socorro de quem é capaz de fazer isto em nós.
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