
Hoje vamos falar sobre MONSTROS.
O filme "Onde vivem os monstros" conta a história de Max, uma criança arteira que foi mandada para o quarto, sem janta, depois de aprontar.
Deitado na sua cama, ele cria um mundo imaginário de monstros onde cada um dos personagens adota uma faceta da personalidade de Max ou de alguém próximo à ele. Nesse mundo, Max é o Rei, é querido e amado por todos.
Quem nunca quis fazer isso, né? Criar um mundo só nosso, onde somos amados, não temos problemas, nada nos machuca... mas Max descobre que não é bem assim.
Quando nos machucamos, criamos dentro de nós monstros (bons ou ruins) guardiões das nossas dores. E, muitas vezes, a dor é grande demais e ficar junto à esses monstros é reconfortante, tranquilo, confortável. Então, nos recusamos a sair desse mundo imaginário e não colocamos o pé na realidade, fugindo de tudo o que é real, do real plano de Deus para nós. Ficamos presos.
Não é difícil identificar os "monstros" dentro de nós: medo, insegurança, intolerância, autocomiseração, orgulho, tristeza, ilusão, ansiedade e por aí vai!
Alguns deles nos protegem, outros nos destroem de dentro pra fora. Mas nenhum deles faz bem, nenhum deles te faz crescer. Eles te prendem num mundo de fantasia, onde não há a necessidade de crescer, e o que Deus quer é que cresçamos, avancemos para onde Ele sonhou que estivessemos.
"Porém continuem a crescer na graça e no conhecimento do nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo. Glória a ele, agora e para sempre! Amém!" 2 Pedro3:18
E todo crescimento requer esforço. O crescimento é a consequência da cura do nosso coração, e o primeiro passo desse crescimento é abandonar o mundo de monstros e fantasias que criamos e encarar nossa realidade. A realidade nem sempre é fácil, mas uma certeza Deus nos dá:
"Pois sabemos que todas as coisas trabalham juntas para o bem daqueles que amam a Deus, daqueles a quem ele chamou de acordo com o seu plano." Romanos 8:28
Ele te ama. E como todo Pai que quer ver o filho crescer e vencer na vida, Deus quer que vençamos os desafios desse mundo.
Por Camila Komoto
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