
Uma técnica que substitui uma válvula no coração por meio de cateter tem taxa menor de mortalidade do que a cirurgia aberta.
A conclusão é de um estudo com 699 pacientes, apresentado na semana passada no encontro do American College of Cardiology, nos EUA.
A substituição da válvula aórtica, que sofre degeneração com o tempo, em geral é feita em idosos, que correm maior risco em cirurgias complexas.
Para Alexandre Abizaid, do Instituto Dante Pazzanese, o estudo comprova a eficácia da técnica, usada no país há dois anos.
A pesquisa mostrou, porém, um risco maior de derrame entre os que se submeteram à técnica menos invasiva (5,1% para o stent, contra 2,4% de risco da cirurgia).
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