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Ação afirmativa privilegia ensino público e não raça

Ação afirmativa privilegia ensino público e não raça

Atualizado: Segunda-feira, 30 Agosto de 2010 as 1:11

Sete em cada dez universidades públicas já adotam algum critério de ação afirmativa, segundo levantamento feito em 98 instituições federais ou estaduais, informa reportagem de Antônio Gois , publicada nesta segunda-feira pela Folha ( íntegra disponível para assinantes do jornal e do UOL).

Mesmo sem nenhuma lei federal que as obrigue, 70 dessas universidades têm programa de cota ou bônus no vestibular para alunos de escolas públicas, negros, índios e outros grupos.

O estudo, feito por instituto ligado à UERJ (Universidade do Estado do Rio de Janeiro), mostra que alunos da rede pública são os mais beneficiados e que cotas são mais utilizadas do que bônus.

Entre as universidades que dispõem de cotas raciais (a pesquisa não inclui faculdades ou centros), o critério é, em 85% dos casos, a autodeclaração.

Nas instituições cujo processo seletivo beneficia os negros, vigoram mecanismos para evitar que as vagas sejam ocupadas pelos egressos de maior renda.

O assunto divide os especialistas. Parte defende uma lei federal para regular critérios de inclusão ainda tímidos. Para outros, seria um desrespeito à autonomia universitária.

Leia a reportagem completa na Folha desta segunda-feira, que já está nas bancas.

Postado por: Thatiane de Souza

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