
O site de vazamento de documentos WikiLeaks informou nesta segunda-feira (24) em comunicado que vai parar de publicar conteúdo, com o objetivo de concentrar os esforços em arrecadar dinheiro.
O bloqueio, segundo o comunicado, foi imposto por empresas como Visa, Mastercard, Western Union e Paypal.
O comunicado afirma que, para garantir a própria sobrevivência, o WikiLeaks deve "arrecadar fundos agressivamente para lutar contra este bloqueio e seus responsáveis".
Empresas financeiras com base nos EUA cortaram negócios com o WikiLeak logo após eles começarem a publicar cerca de 250 mil documentos diplomáticos do Departamento de Estado americano.
O grupo afirma que as restrições o privaram de quase todo seu lucro.
O fundador do WikiLeaks, Julian Assange, em 13 de julho em Londres (Foto: AP)
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