
O primeiro-ministro da Nova Zelândia, John Key, pediu nesta terça, 23, que o país se prepare para o pior já que não há caminho viável para alcançar os 29 mineradores presos desde a última sexta-feira, 19.
Os trabalhadores ficaram soterrados após uma explosão de gás tóxico que causou o desabamento no poço da mina de carvão da empresa Pike River, situada em Greymouth, no litoral ocidental da ilha do Sul da Nova Zelândia.
"O ambiente tóxico ainda é muito instável para enviar equipes de resgate", disse o superintendente da polícia, Gary Knowles, que é chefe das equipes de resgate. "A situação é muito séria e, conforme passa o tempo, a esperança vai diminuindo. Temos de ser realistas", completou.
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