
Israel enfrenta uma campanha mundial para negar sua legitimidade e destinada a isolá-lo e ocultar seu caráter judeu e democrático, assinala um relatório do Instituto de Pesquisa Reut de Tel Aviv apresentado ao gabinete israelense de Benjamin Netanyahu.
O documento, que faz uma análise de questões econômicas e sociais, critica principalmente as "manifestações hostis aos representantes israelenses em universidades estrangeiras ou nos estádios, pedidos de boicote aos produtos fabricados em Israel ou, inclusive, tentativas destinadas a deter e levar diante da justiça no exterior os dirigentes do Estado hebreu".
Esse informe acusa fundamentalmente a uma rede mundial de indivíduos, associações e organizações não governamentais pró-palestinas, árabes ou muçulmanas, geralmente vinculadas à esqueda e "cujo denominador comum é apresentar Israel como um Estado pária e negar seu direito à existência".
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