
O presidente da Coreia do Sul, Lee Myung-bak, convocou nesta terça-feira o Conselho de Segurança Nacional do Governo, um dia depois das manobras militares com fogo real perto da tensa fronteira com a Coreia do Norte. Um porta-voz do Escritório Presidencial disse à agência sul-coreana "Yonhap" que a reunião vai analisar as medidas de segurança do país e a eventual ampliação das funções do Centro de Gestão de Crise.
O Conselho de Segurança Nacional é um mecanismo presidencial de consultas sobre assuntos de segurança nacional e política externa que reúne o presidente, o primeiro-ministro, os ministros de Exteriores, Defesa e Unificação e o responsável dos serviços de Inteligência. Essa é a quinta reunião do Conselho de Segurança Nacional convocada por Lee desde que ele assumiu a Presidência em fevereiro de 2008.
Nesta segunda-feira, a Coreia do Sul realizou manobras com fogo real nas águas do Mar Amarelo próximas à ilha de Yeonpyeong, que em 23 de novembro passado foi atacada pela Coreia do Norte, num incidente que deixou quatro mortos. Estes exercícios, que duraram menos de duas horas, foram qualificados nesta segunda-feira pela Coreia do Norte de uma "provocação militar", mas o regime comunista ressaltou que eles não merecem uma resposta.
Enquanto isso, os militares sul-coreanos se mantêm em alerta diante de uma possível reação de Pyongyang devido a uma iniciativa religiosa para montar nesta terça-feira uma árvore de Natal perto da fronteira que divide as duas Coreias.
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